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Espiritismo Redivivo

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

O SUICÍDIO

O SUICÍDIO



Muitos seres humanos desesperados pensam que tirando a própria vida acabam os problemas e sofrimentos. O sofrimento material cessa, visto que surge a estagnação biológica. Os problemas e os sofrimentos duplicam no mundo espiritual e o suicida irá passar horrores. Em estado de perturbação o espírito sentirá todas as conseqüências de um ato impensado, pois ninguém tem o poder de tirar a própria vida. O suicídio não consiste somente no ato voluntário que produz a morte instantânea, mas em tudo quanto se faça conscientemente para apressar a extinção das forças vitais. É o maior crime contra si e contra Deus, o Pai Maior. É um crime aos olhos de Deus. O suicídio também se manifesta de outra forma e o ser humano neófito desconhece totalmente. É o suicídio indireto ou lento. O vício do tabagismo, do álcool, das drogas pesadas (Cocaína, maconha, Crack, ópio, entre outras) sorrateiramente vai enfraquecendo o corpo, o sistema imunológico e em conseqüências começam a surgir às doenças oportunistas, como tuberculose, câncer no pulmão, na laringe, na boca, na língua, sem contar o diabetes, a hipertensão entre outras.
As pessoas que são vitimadas por uma dessas doenças oriundas de vícios são suicidas em potencial e irão passar as mesmas agruras que o Espírito do ser que tirou sua vida instantaneamente.

Os atos de rebeldias insensatas contra os desígnios da Providência Divina encarnam o desespero do réu que se quer libertar, por fraqueza, do compromisso anterior que assumiu por seus erros. O suicídio e o ato e o suicida é quem pratica o ato tirando sua própria vida. O suicídio pode estar ligado a um estado depressivo das pessoas, mas mesmo assim o espírito não fica imune a transgressão, visto que o suicídio é um ato que prova mais ferocidade do que debilidade. Alguns estudiosos, médicos psiquiatras principalmente dizem que algumas doenças podem levar o paciente ao suicídio. 70% dos suicídios ocorrem em decorrência de uma fase depressiva. Pessoas mais velhas se suicidam mais que as mais jovens. Quanto mais planejado mais perigoso no sentido de novas tentativas, caso essa não dê certo. Tentativas em homens são quase sempre mais graves mais brutais e mais bem sucedidas do que em mulheres. Qualquer distúrbio Neuropsiquiátrico mais Álcool aumenta o risco de suicídio.


Qualquer distúrbio (Depressão, Ansiedade, Psicose, etc.) mais os seguintes fatores aumentam o risco: isolamento social, falta de amigos, não ser casado, não morar com outra pessoa, não ter filhos, não ser religioso. O provérbio "cão que ladra não morde" não existe em suicídio. Pelo contrário, 90% de quem tentam, avisou antes. Quem fez uma tentativa tem 30% a mais de chances de repetir do quem nunca tentou. Nos casos de Psicoses agudas com pensamentos suicidas, ou Depressões Delirantes com idéias de suicídio, caso não seja possível hospitalizar o paciente, se o medico disser que o acompanhante tem que vigiar todo o tempo, isso quer dizer até mesmo quando estiver no banheiro. Quer dizer janelas trancadas, quer dizer todas as armas, venenos, comprimidos, facas, garfos, fios, etc. fora do alcance. Quer dizer que o acompanhante tem que ser fisicamente mais forte que o paciente e quer dizer que se o acompanhante tiver que ir ele mesmo ao banheiro, primeiro tem que chamar um substituto igualmente ágil e forte. Muitos jovens já perderam a vida numa distração de segundos do Acompanhante. A grande maioria desses jovens poderia estar viva, pois o tratamento desses quadros agudos traz resultados logo nos primeiros dias.

As pessoas da família são verdadeiros guardiões das pessoas que passam por estes problemas, se inteirando sempre porque a pessoa mudou completamente seu comportamento e modo de vida. É bom frisar que o tratamento espiritual não dispensa o tratamento médico e os dois em conjunto as possibilidades de cura são bem maiores. O doente merece cuidados e jamais pode ser abandonado. O auto-homicído é um novo e pesado crime gerador de maiores sofrimentos e intermediáveis sofrimentos. Alguns filósofos e cientistas definem o suicídio como: O suicídio é... “Um ato de heroísmo." (Sêneca); "... “Um ato próprio da natureza humana e, em cada época, precisa ser repensado.” (Goethe); "... “A destruição arbitrária e premeditada que o homem faz da sua natureza animal.” (Kant); “Uma violação ao dever de ser útil ao próprio homem e aos outros.” (Rosseau); "... admitir a morte no tempo certo e com liberdade." (Nietzsche) "... uma fuga ou um fracasso." (Sartre); "... a positivação máxima da vontade humana." (Schopenhauer); "... todo o caso de morte que resulta direta ou indiretamente de um acto positivo ou negativo praticado pela própria vítima, acto que a vítima sabia dever produzir este resultado." (Durkheim). De todos os manifestantes aqui enunciados achamos de o Sêneca pisou na bola quando afirma que o suicídio é um ato de heroísmo. No site: http://www.avesso.net/suicidio.htm notamos uma fato assaz interessante: “É difícil precisar quando o primeiro suicídio ocorreu, mas ele parece estar sempre presente na história da humanidade.


A Enciclopédia Delta de História Geral registra que, em um ritual no ano 2.500 a.C., na cidade de Ur, doze pessoas beberam uma bebida envenenada e se deitaram para esperar a morte. Recorrendo a livros religiosos como a Bíblia, por exemplo, é possível também encontrar os registros de alguns suicidados famosos - Sansão, Abimelec, Rei Saul, Eleazar e Judas. Na Antiga Grécia, um indivíduo não podia se matar sem prévio consenso da comunidade porque o suicídio constituía um atentado contra a estrutura comunitária. O suicídio era condenado politicamente ou juridicamente. Eram recusadas as honras de sepultura regular ao suicidado clandestino e a mão do cadáver era amputada e enterrada a parte. Por sua vez, o Estado tinha poder para vetar ou autorizar um suicídio bem como induzi-lo. Por exemplo, em 399 a.C., Sócrates foi obrigado a se envenenar. Em outras culturas do primitivo mundo ocidental, era dever do ancião se matar para preservar o grupo cuja solidez estava ameaçada pela debilitação do espírito que habitava o corpo do chefe de família. Ocorria "(...) uma franca indução comunitária ao suicídio, religiosamente estimulada e normativamente legitimada." (Kalina e Kovadloff, l983, p. 50).

No Egito, se o dono dos escravos ou o faraó morriam, eram enterrados com seus bens e seus servos, os quais se deixavam morrer junto ao cadáver do seu amo. Também no Egito, desde o tempo de Cleópatra, o suicídio gozava de tal favor que se fundou a Academia de Sinapotumenos que, em grego, significa "matar juntos".
Existem muitas particularidades sobre o horrendo suicídio. Na Roma antiga, nos países árabes, muçulmanos, na disputa do poder por extensão territorial sugiram os “homens bombas” que são verdadeiros suicidas e o fato mais hilariante é que eles são treinados para a morte, através da velha lavagem cerebral. Uma boa fonte de pesquisa para quem gosta de estudar esses acontecimentos pode encontrar no site: http://www.mentalhelp.com/suicidio.htm. O suicida é um infrator, dos mais graves, das leis de Deus. A responsabilidade do seu ato é unicamente dele, ou, de algum modo, responsabilidade compartilhada por um obsessor, se este existir agravando a situação. Não se iluda com os dizeres de Sêneca confiei em Deus e Jesus, pois eles são nossos protetores. Quando estivermos numa situação difícil a Eles devemos recorrer. Pensem Nisso!


ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIR/CE

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Antonio Paiva Rodrigues

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