segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
CONTROVÉRSIAS NA FESTA DE NATAL
CONTROVÉRSIAS NA FESTA DE NATAL.
Temos ciência que a religião que professamos, e que vem passando de pai para filho, muita coisa, muitos fatos foram distorcidos, mas a fé humana mesmo com estas nuanças negativas e contraditórias conserva na mente e guarda no coração o dia 25 de dezembro como o nascimento do grande Messias, embora fatos aqui mencionados mostrem que o paganismo sempre esteve inserido na história do cristianismo, através dos ensinamentos da Igreja católica. É preciso e se faz necessário que estudemos mais amiúde os acontecimentos do passado, pois estamos enganados na maioria dos acontecimentos, desde a fundação da Igreja Católica Apostólica Romana, que aconteceu em 318 depois de Cristo - por um imperador Romano conhecido por Teodósio I, através do decreto imperial “Conctus Populos” (com os povos), no Concílio de Constantinopla. Nessa época a igreja era frequentada pela ralé, incluindo-se pagãos, arianos, ateus, judeus, mouros, bárbaros entre outros. Infelizmente temos que citar estes fatos, pois poucas pessoas conhecem a verdade.
O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado - Babilônia. Fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra "marad", que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso caçador contra Deus (Gn 10:9). Para combater a ordem de espalhar-se:- criou a instituição de ajuntamentos (cidades); - construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo - desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama eterna, adoração aos astros); - fundou Nínive e muitas outras cidades; - organizou o primeiro reino deste mundo. A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo. Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore.
A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal. Semíramis se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sobdiversos nomes se tornou o "divino filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semíramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe") se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da "Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo! Nos séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se "converteram" em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sobnomes cristãos.
Foi quando se popularizou também a idéia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema. A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data séculos antes do nascimento de Cristo. Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua Morte (1Co 11:24-26; João 13:14-17). A Guirlanda (coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas) que enfeita as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Harkins em seu livro "Answer to Questions" (Respostas a Algumas Perguntas): "A guirlanda remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do atual Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é anterior à era Cristã.”
Também as velas, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite. Papa Noel é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz: "São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau..." Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira de "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"!
Por isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero mito. Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: "Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!" É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse: "... nem mentireis, nem usará de falsidade cada um com o seu próximo;" (Lev 19:11). Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse: "Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte." (Prov 16:25). Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão, mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído! As falsas religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria: "Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram." (Os 4:13) "Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do Senhor teu Deus, que fizeres para ti." (Deut 16:21).
Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma conotação. Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155: "A troca de presentes entre amigos é característico tanto do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano”. (http://solascriptura-tt.org/Diversos/NatalVeioDoPaganismo-Helio.htm). O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem o honra! (Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios amigos? Omitiria a pessoa a quem deveria honrar? Não parece absurdo deste ponto de vista?) Contudo, isto é precisamente o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que Cristo não nasceu gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Devemos também meditar e aceitar a verdade e nos inteirarmos de que Jesus Cristo não fundou e nem criou nenhuma religião. Elas, sim foram criadas por homens que são seres criados simples e “ignorantes”, e além do mais imperfeito. A verdade não está com o homem e sim com o Pai Maior. Se as religiões fossem voltadas para uma só destinação hoje não haveria uma infinidade delas, que no frigir dos ovos esquecem a espiritualidade e se preocupam mais com o vil metal.
Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam a Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até março. Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1, 11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu: "E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém,... E, entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra.” Mesmo com tantas discrepâncias não devemos esquecer da tradição certa ou errada, mas devemos comemorar com alegria no coração esta data que já pertence ao calendário oficial da Igreja católica.
O dia amanheceu alegre, radiante, um sol forte e acolhedor transfigurou o ambiente mostrando que uma metamorfose estava para reluzir. O movimento de pessoas, de transportes começava a transformar o dia tranquilo num arrazoado de bonanças benfazejas para os que formavam a métrica, a sonorização de mais um dia que renascia na expectativa de felicidades para uns e esperanças para outros. Hoje um dia especial, um dia de festas, de congraçamentos e de deslumbres para os que almejam a felicidade no dia do nascimento de um menino que veio ao mundo com a destinação divinal de transformar o anormal em normal, o mal no bem, a guerra na paz. Veio ensinar o amor, pregar a fraternidade, a caridade e induzir na mente dos humanos o sentido mais belo do perdão.
O congraçamento se aproxima, as horas e os minutos voam e as pessoas se misturam nos escaninhos da esperança de chegar ao aconchego do lar querido e começar a união fraterna de familiares, amigos com uma destinação só, esperar a tão sonhada hora do nascimento do cristo e festejar com alegria, abraços fraternos, orações com intuito do ser pequenino e divinal trazer esperanças de dias melhores para o ano que se aproxima. A cidade se engalana, as ruas se revestem de um colorido especial, às mesas são postas e os olhares atentos aos relógios esperam a tão sonhada ceia de natal. As crianças fazem a festa com brincadeiras, algazarras e um barulho ensurdecedor. Elas querem sentir o sabor da festa, vislumbrar a bela árvore de natal e colocar o seu pedido ao bom velhinho e esperar no dia seguinte o presente almejado no decorrer do ano. É uma alegria incomum para as crianças que ainda não despertaram para a razão do que é fictício ou não.
Enquanto, uns esbanjam alegria outros sem condições financeiras ficam a imaginar o seu natal triste e sem festanças e as crianças sem esperanças, de receber a visita do bom velhinho, o Papai Noel. Virou escarcéu de tristezas, de alaridos, de choros, pois vão passar mais uma data nas brancas nuvens da desilusão. De repente surgem os trabalhadores da última hora no intuito de diminuir o sofrimento de algumas famílias carentes, estropiadas e maltratadas. No velho clichê popular vem o anunciar: “Nem tudo que reluz é ouro e nem tudo que balança cai”. Em todas as áreas de nossa vida temos oportunidade de ser amáveis e bondosos. Nossas ações desse dia em diante podem determinar o tipo de pessoas que desejamos ser. Normalmente acontece uma distonia e os abusos acontecem.
Bebem demais, comem desregradamente e a festa que deveria ser de felicidades e contentamentos muitas vezes transformam-se em tragédia. Aquele amontoado de alimentos que vai para o lixo deveria ser distribuído para as instituições de caridade. Do natal alegre, festivo, da grandeza sem par de antigamente, dos presépios as lapinhas, hoje vemos com tristeza o consumo exagerado de bebidas que não nos conduz a lugar algum. Em muitas casas as árvores de natal piscam e transformam o ambiente num colorido especial e todos reunidos em oração e meditação fazem uma prestação de contas do certo e do errado e de bom grado levam sua festa com carinho amor, irmandade, fraternidade e união benfazeja. Natal a festa maior da cristandade como costumam afirmar os nossos irmãos na realidade é uma data festiva para todo o cristianismo.
Uma divergência aqui outra acolá, mas na realidade não irá tirar o brilho da festa. O que devemos fazer? Amar o próximo como a si mesmo e amar a Deus sobre todas as coisas. Que a felicidade seja o ponto alto nas festividades natalinas e esperamos que o menino Jesus traga paz a humanidade e que os homens se convençam que o próximo é seu irmão e não o dizime por desavenças e por falta de amor no coração. Deus o Pai Todo Poderoso foi tão bom para o homem, mas este ser esqueceu-se de retribuir os bons tributos recebidos de Deus. É neste natal que o homem deve pesar na balança o que de bom fez em favor da humanidade e o mal que causou a mesma. “Junta-se a um bom e será um deles”. Vamos comemorar o Natal com muito amor, fraternidade, amizade, ética, respeito e que o abuso seja evitado para que todos os lares sejam felizes e que nenhum fato triste venha macular a beleza da festa natalina. Pensem nisso!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE
Temos ciência que a religião que professamos, e que vem passando de pai para filho, muita coisa, muitos fatos foram distorcidos, mas a fé humana mesmo com estas nuanças negativas e contraditórias conserva na mente e guarda no coração o dia 25 de dezembro como o nascimento do grande Messias, embora fatos aqui mencionados mostrem que o paganismo sempre esteve inserido na história do cristianismo, através dos ensinamentos da Igreja católica. É preciso e se faz necessário que estudemos mais amiúde os acontecimentos do passado, pois estamos enganados na maioria dos acontecimentos, desde a fundação da Igreja Católica Apostólica Romana, que aconteceu em 318 depois de Cristo - por um imperador Romano conhecido por Teodósio I, através do decreto imperial “Conctus Populos” (com os povos), no Concílio de Constantinopla. Nessa época a igreja era frequentada pela ralé, incluindo-se pagãos, arianos, ateus, judeus, mouros, bárbaros entre outros. Infelizmente temos que citar estes fatos, pois poucas pessoas conhecem a verdade.
O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado - Babilônia. Fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra "marad", que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso caçador contra Deus (Gn 10:9). Para combater a ordem de espalhar-se:- criou a instituição de ajuntamentos (cidades); - construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo - desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama eterna, adoração aos astros); - fundou Nínive e muitas outras cidades; - organizou o primeiro reino deste mundo. A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo. Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore.
A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal. Semíramis se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sobdiversos nomes se tornou o "divino filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semíramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe") se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da "Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo! Nos séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se "converteram" em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sobnomes cristãos.
Foi quando se popularizou também a idéia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema. A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data séculos antes do nascimento de Cristo. Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua Morte (1Co 11:24-26; João 13:14-17). A Guirlanda (coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas) que enfeita as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Harkins em seu livro "Answer to Questions" (Respostas a Algumas Perguntas): "A guirlanda remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do atual Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é anterior à era Cristã.”
Também as velas, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite. Papa Noel é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz: "São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau..." Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira de "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"!
Por isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero mito. Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: "Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!" É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse: "... nem mentireis, nem usará de falsidade cada um com o seu próximo;" (Lev 19:11). Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse: "Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte." (Prov 16:25). Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão, mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído! As falsas religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria: "Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram." (Os 4:13) "Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do Senhor teu Deus, que fizeres para ti." (Deut 16:21).
Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma conotação. Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155: "A troca de presentes entre amigos é característico tanto do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano”. (http://solascriptura-tt.org/Diversos/NatalVeioDoPaganismo-Helio.htm). O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem o honra! (Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios amigos? Omitiria a pessoa a quem deveria honrar? Não parece absurdo deste ponto de vista?) Contudo, isto é precisamente o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que Cristo não nasceu gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Devemos também meditar e aceitar a verdade e nos inteirarmos de que Jesus Cristo não fundou e nem criou nenhuma religião. Elas, sim foram criadas por homens que são seres criados simples e “ignorantes”, e além do mais imperfeito. A verdade não está com o homem e sim com o Pai Maior. Se as religiões fossem voltadas para uma só destinação hoje não haveria uma infinidade delas, que no frigir dos ovos esquecem a espiritualidade e se preocupam mais com o vil metal.
Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam a Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até março. Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1, 11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu: "E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém,... E, entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra.” Mesmo com tantas discrepâncias não devemos esquecer da tradição certa ou errada, mas devemos comemorar com alegria no coração esta data que já pertence ao calendário oficial da Igreja católica.
O dia amanheceu alegre, radiante, um sol forte e acolhedor transfigurou o ambiente mostrando que uma metamorfose estava para reluzir. O movimento de pessoas, de transportes começava a transformar o dia tranquilo num arrazoado de bonanças benfazejas para os que formavam a métrica, a sonorização de mais um dia que renascia na expectativa de felicidades para uns e esperanças para outros. Hoje um dia especial, um dia de festas, de congraçamentos e de deslumbres para os que almejam a felicidade no dia do nascimento de um menino que veio ao mundo com a destinação divinal de transformar o anormal em normal, o mal no bem, a guerra na paz. Veio ensinar o amor, pregar a fraternidade, a caridade e induzir na mente dos humanos o sentido mais belo do perdão.
O congraçamento se aproxima, as horas e os minutos voam e as pessoas se misturam nos escaninhos da esperança de chegar ao aconchego do lar querido e começar a união fraterna de familiares, amigos com uma destinação só, esperar a tão sonhada hora do nascimento do cristo e festejar com alegria, abraços fraternos, orações com intuito do ser pequenino e divinal trazer esperanças de dias melhores para o ano que se aproxima. A cidade se engalana, as ruas se revestem de um colorido especial, às mesas são postas e os olhares atentos aos relógios esperam a tão sonhada ceia de natal. As crianças fazem a festa com brincadeiras, algazarras e um barulho ensurdecedor. Elas querem sentir o sabor da festa, vislumbrar a bela árvore de natal e colocar o seu pedido ao bom velhinho e esperar no dia seguinte o presente almejado no decorrer do ano. É uma alegria incomum para as crianças que ainda não despertaram para a razão do que é fictício ou não.
Enquanto, uns esbanjam alegria outros sem condições financeiras ficam a imaginar o seu natal triste e sem festanças e as crianças sem esperanças, de receber a visita do bom velhinho, o Papai Noel. Virou escarcéu de tristezas, de alaridos, de choros, pois vão passar mais uma data nas brancas nuvens da desilusão. De repente surgem os trabalhadores da última hora no intuito de diminuir o sofrimento de algumas famílias carentes, estropiadas e maltratadas. No velho clichê popular vem o anunciar: “Nem tudo que reluz é ouro e nem tudo que balança cai”. Em todas as áreas de nossa vida temos oportunidade de ser amáveis e bondosos. Nossas ações desse dia em diante podem determinar o tipo de pessoas que desejamos ser. Normalmente acontece uma distonia e os abusos acontecem.
Bebem demais, comem desregradamente e a festa que deveria ser de felicidades e contentamentos muitas vezes transformam-se em tragédia. Aquele amontoado de alimentos que vai para o lixo deveria ser distribuído para as instituições de caridade. Do natal alegre, festivo, da grandeza sem par de antigamente, dos presépios as lapinhas, hoje vemos com tristeza o consumo exagerado de bebidas que não nos conduz a lugar algum. Em muitas casas as árvores de natal piscam e transformam o ambiente num colorido especial e todos reunidos em oração e meditação fazem uma prestação de contas do certo e do errado e de bom grado levam sua festa com carinho amor, irmandade, fraternidade e união benfazeja. Natal a festa maior da cristandade como costumam afirmar os nossos irmãos na realidade é uma data festiva para todo o cristianismo.
Uma divergência aqui outra acolá, mas na realidade não irá tirar o brilho da festa. O que devemos fazer? Amar o próximo como a si mesmo e amar a Deus sobre todas as coisas. Que a felicidade seja o ponto alto nas festividades natalinas e esperamos que o menino Jesus traga paz a humanidade e que os homens se convençam que o próximo é seu irmão e não o dizime por desavenças e por falta de amor no coração. Deus o Pai Todo Poderoso foi tão bom para o homem, mas este ser esqueceu-se de retribuir os bons tributos recebidos de Deus. É neste natal que o homem deve pesar na balança o que de bom fez em favor da humanidade e o mal que causou a mesma. “Junta-se a um bom e será um deles”. Vamos comemorar o Natal com muito amor, fraternidade, amizade, ética, respeito e que o abuso seja evitado para que todos os lares sejam felizes e que nenhum fato triste venha macular a beleza da festa natalina. Pensem nisso!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE
domingo, 6 de dezembro de 2009
FENÔMENOS MISTERIOSOS
FENÔMENOS MISTERIOSOS
Diversas pessoas, entre elas, cientistas e curiosos falam sobre fenômenos e emitem suas opiniões. Cada ser humano é possuidor de conhecimentos, mas se sentem impotentes para ressaltar algo de extraordinário e diferente, e ao primeiro contato com alguma coisa nunca visto denomina-a de fenômeno. Pela palavra fenômeno designamos todo fato que se apresenta à observação, sem ligarmos a este fato nenhum caráter, a não ser o natural. Conservamos assim à palavra um sentido conforme a sua etimologia, o que é aparente. As palavras fenômeno e paranormalidade tem a mesma sinonímia? A paranormalidade é o que está fora da normalidade, que não está incluído entre os fenômenos explicados pela lógica ou pela ciência (fenômeno paranormal); sobrenatural. A pessoa dotada de paranormalidade é aquela que se diz possuir faculdades paranormais. Os paranormais apresentam um dom qualquer que não pode ser explicado pela ciência, como mover objetos sem tocá-los, ler pensamentos, entortar metais, criar matéria do nada.
James Randy, o maior “caçador” de paranormais do mundo, tem oferecido, através dos meios de comunicação, um prêmio milionário para qualquer indivíduo que consiga provar, sem truques ou ardis, ser portador de um dom de paranormalidade. Uma coisa é certa, não entra nesta disputa o charlatanismo, uma vez, que todo embuste até agora tentado, tem sido desmascarado por Randy. A esquizofrenia pode ser um termo que engloba várias e graves afecções mentais crônicas, de etiologia desconhecida, caracterizadas por uma dissociação entre o pensamento e a ação, e que provocam a perda do contato com a realidade e a desagregação da personalidade. Dizem os psiquiatras que a esquizofrenia hebefrênica é um tipo que se manifesta em adolescentes, com perturbação da fala e do comportamento, já a paranoide é aquela que se manifesta em alucinações delirantes (mania de grandeza, de perseguição), mas sem alteração permanente do comportamento afetivo ou intelectual.
A revista “Isto É” de 02/12/2009, ano 32/ e nº. 2090- traz em sua capa a seguinte manchete:” 11 perguntas que a ciência não consegue responder. Tudo sobre misteriosos fenômenos, como a cura pela fé, o fim do mundo e a premonição, que ainda desafiam o conhecimento humano”. Queríamos dizer que todo ser humano independente de credo, cor e religião é possuidor de uma faculdade que se chama mediunidade. “Vejamos a seguir:” Os paranormais apresentam um dom qualquer que não pode ser explicado pela ciência, como mover objetos sem tocá-los, ler pensamentos, entortar metais, criar matéria do nada etc. Os médiuns são capazes de entrar em contato com seres do mundo espiritual, recebendo daqueles - mensagens ou mesmo orientações, até mesmo premonitórias. No mediunismo sabe-se que sobre essa rubrica. A Doutrina Espírita afirma que a paranormalidade não existe e tudo que acontece aqui é normal. O cientista russo Alexander Aksakof propõe à compreensão todos os fenômenos ordinariamente chamados espíritas. Tal denominação tem a vantagem de aplicar-se exclusivamente à explicação dos fenômenos.
O mediunismo é um campo de trabalho onde podem florescer, sob a inspiração de Jesus, as mais sublimes expressões de fraternidade e um meio que se serve de Deus para auxiliar a Humanidade em seu esforço evolutivo. Um elo de luz entre a terra e o Céu, o mediunismo superior possibilita o encontro, cada vez mais acentuado, do pensamento humano, com as esferas invisíveis nobres, de onde se originam as melhores expressões evolutivas. Lembre-se que Jesus curava através do seu grande grau de mediunidade. A premonição advinda à relativa liberdade motivada pelo sono, poderemos lembrar-nos de muita coisa e os fatos a se realizarem em futuro próximo serão vistos com maior ou menor clareza, e, ao despertarmos, teremos sonhado o que então virá a ser considerado aviso, ou a premonição. É evidente que tais possibilidades derivam de uma faculdade psíquica que possuímos espécie de mediunidade, pois a premonição não existe no mesmo grau em todas as criaturas, embora seja disposição comum a qualquer ser humano, a qual se bem desenvolvida poderá conceder importantes revelações e provas do intercâmbio humano-espiritual.
Se os cientistas procurassem estudar a fundo a espiritualidade humana eles chegariam a responder as 11 perguntas que a ciência não consegue responder. No mundo em que vivemos o homem está apegado demais a materialidade esquecendo por completo a espiritualidade. Os jornalistas Jaqueline Mendes, Klester Cavalcanti e Roberto Moregola são os responsáveis pela matéria. Começam dizendo que: “Quem pensa pouco erra muito”. A frase é de Leonardo Da Vinci, um dos maiores gênios que o mundo já conheceu, nos mais diversos campos do conhecimento. E afirmam que é o combustível que move a matéria. Esqueceram os repórteres de dizer que o maior gênio da Humanidade até hoje foi Jesus de Nazaré, o único Espírito Puro que pisou o orbe terrestre. O resto é só exposição de ensinamentos adquiridos. Um fato que os jornalistas consideram fantástico é a chegada do homem a lua, que não passava de simples ficção, mas se falarmos em desdobramentos, em projeção astral, em projeciologia que são fenômenos em que o espírito se liberta da matéria eles abominariam. Existem muitos casos na história da humanidade desse fenômeno, mas poucos cientistas se preocuparam em estudá-lo.
Fala-se em robôs que conseguem e estudam detalhes do corpo humano em busca de cura, mas esqueceram de verificar e estudar se o corpo humano é dotado de um corpo semimaterial que se chama perispírito e que muitos chamam de alma. A alma somos nós humanos, pela é o Espírito encarnado. Perguntam se a alma existe? Claro. E o que estamos fazendo aqui na Terra? Se não existisse alma o mundo seria desabitado, ou morto se preferirem. A primeira indagação é: Como surgiu o Universo? Fala-se na grande explosão (bigbang), mas são meras especulações. A segunda se refere há quando começou a vida? Se forem pela Bíblia não chegarão a nada, pois a criação do mundo pelo livro é apenas simbologia. Sabemos que pelos nossos estudos de que o primeiro ser vivo a habitar este planeta não foi o homem, e sim um protozoário unicelular conhecido como ameba.
Quanto usamos do nosso cérebro? Uma boa pergunta que merece uma bela resposta. No nosso entendimento o nosso cérebro é algo usado indevidamente por muitos seres humanos, pois o desenvolvimento cerebral depende de muitas nuanças, entre elas, os processos que os seres hominais passam para desenvolvê-lo ou atrofiá-lo. A quarta é se a alma existe. Já nos posicionamos a respeito. Os animais pensam? Todo ser vivo é dotado de espírito e os animais não fogem a regra. Eles são possuidores de instinto, mas muitas raças chegam a impressionar por suas ações e procedimentos. Diríamos que sim, mas muito abaixo da do hominal, que pela bondade divina foi premiado com a inteligência, o livre-arbítrio e de quebra, o instinto. É possível viajar no tempo? O ser humano dotado de matéria nunca poderá viajar no tempo, mas seu Espírito sim, pois o Espírito é um ser inteligente que povoa o universo. A premonição é outra indagação é já nos reportamos sobre ela. Repetimos aqui o nosso pensamento: se os cientistas estudarem pelo lado da materialidade jamais chegarão a lugar algum, mas se embrenharem pela espiritualidade poderão chegar a alguma conclusão. O que define nossa sexualidade? É a outra dúvida dos cientistas. A sexualidade hominal poderá ser decifrada pelo fenômeno da reencarnação, mas para os incrédulos seria falar ao vento de um assunto tão importante.
O cientista americano Yan Stevenson passou mais de 30 anos de sua vida estudando a reencarnação e comprovou baseado na ciência mais de 3.000 casos de reencarnação. “O neuro-cientista Alfredo Pereira Júnior, ressalta que a mente se envolve no processo de cura por meio da fé, ela ativa mecanismos fisiológicos que influenciam o corpo, auxiliando. Mas isso não quer dizer que a fé possa curar alguém”. O pensamento e suas conclusões são inerentes ao homem e existe um clichê popular que diz: “Quem tem boca vai a Roma” o certo é que o ser humano por ser dotado de Espírito jamais terá conclusões iguais quando o assunto é fé. A fé também depende de merecimento e se assim não fosse todo cérebro exposto ao que falou o neuro-cientista em termos de fé seria algo sem utilidade. E o que aprendemos através das religiões e sobre os ensinamentos do Mestre Jesus foram meras especulações, visto que Jesus sempre afirmava: “Vai que tua fé te curou”. E aí quem está com a verdade Jesus Cristo, ou o senhor Alfredo Pereira Júnior? A fé pode curar? E cura mesmo.
Por que nos apaixonamos? Claro porque somos dotados de sentimentos. O amor é parte integrante do ser humano e do principio inteligente. A psicoterapeuta britânica Paula Hall, que há quinze anos trata casais com problemas de relacionamento. Pesquisas de como uma pessoa define a sua cara-metade, por exemplo, indicam que, quanto maior a semelhança com o alvo desejado, mais chance de rolar uma paixão. O homem e a mulher que se deixa iludir pelas aparências nunca soube o que é amor. Confunde sempre amor com desejo carnal que são coisas completamente diferentes. O amor vem do coração e o desejo sexual está inserido mais no pensamento humano. Existe um grau de afinidade entre os espíritos e esse grau acaba com o pensamento da existência da alma gêmea que foi mera ilusão humana. Quando e como o mundo vai acabar? Deus a inteligência Suprema causa primeira de todas as coisas jamais citou esta pergunta.
As profecias humanas levam as pessoas ao medo e a crendice popular. Só o Pai Maior poderia dar uma resposta plausível a respeito do assunto, mas o homem pela sua imperfeição pode destruir a si próprio, mas o mundo jamais acabará, pois a Terra representa apenas um grão de mostarda em pleno firmamento. Como se vê é um assunto delicado e apaixonante, mas o homem quando se insere demais na ciência e procura desvendar os mistérios da vida ele se torna ateu e agnóstico. Pensem nisso!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI – DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE
Diversas pessoas, entre elas, cientistas e curiosos falam sobre fenômenos e emitem suas opiniões. Cada ser humano é possuidor de conhecimentos, mas se sentem impotentes para ressaltar algo de extraordinário e diferente, e ao primeiro contato com alguma coisa nunca visto denomina-a de fenômeno. Pela palavra fenômeno designamos todo fato que se apresenta à observação, sem ligarmos a este fato nenhum caráter, a não ser o natural. Conservamos assim à palavra um sentido conforme a sua etimologia, o que é aparente. As palavras fenômeno e paranormalidade tem a mesma sinonímia? A paranormalidade é o que está fora da normalidade, que não está incluído entre os fenômenos explicados pela lógica ou pela ciência (fenômeno paranormal); sobrenatural. A pessoa dotada de paranormalidade é aquela que se diz possuir faculdades paranormais. Os paranormais apresentam um dom qualquer que não pode ser explicado pela ciência, como mover objetos sem tocá-los, ler pensamentos, entortar metais, criar matéria do nada.
James Randy, o maior “caçador” de paranormais do mundo, tem oferecido, através dos meios de comunicação, um prêmio milionário para qualquer indivíduo que consiga provar, sem truques ou ardis, ser portador de um dom de paranormalidade. Uma coisa é certa, não entra nesta disputa o charlatanismo, uma vez, que todo embuste até agora tentado, tem sido desmascarado por Randy. A esquizofrenia pode ser um termo que engloba várias e graves afecções mentais crônicas, de etiologia desconhecida, caracterizadas por uma dissociação entre o pensamento e a ação, e que provocam a perda do contato com a realidade e a desagregação da personalidade. Dizem os psiquiatras que a esquizofrenia hebefrênica é um tipo que se manifesta em adolescentes, com perturbação da fala e do comportamento, já a paranoide é aquela que se manifesta em alucinações delirantes (mania de grandeza, de perseguição), mas sem alteração permanente do comportamento afetivo ou intelectual.
A revista “Isto É” de 02/12/2009, ano 32/ e nº. 2090- traz em sua capa a seguinte manchete:” 11 perguntas que a ciência não consegue responder. Tudo sobre misteriosos fenômenos, como a cura pela fé, o fim do mundo e a premonição, que ainda desafiam o conhecimento humano”. Queríamos dizer que todo ser humano independente de credo, cor e religião é possuidor de uma faculdade que se chama mediunidade. “Vejamos a seguir:” Os paranormais apresentam um dom qualquer que não pode ser explicado pela ciência, como mover objetos sem tocá-los, ler pensamentos, entortar metais, criar matéria do nada etc. Os médiuns são capazes de entrar em contato com seres do mundo espiritual, recebendo daqueles - mensagens ou mesmo orientações, até mesmo premonitórias. No mediunismo sabe-se que sobre essa rubrica. A Doutrina Espírita afirma que a paranormalidade não existe e tudo que acontece aqui é normal. O cientista russo Alexander Aksakof propõe à compreensão todos os fenômenos ordinariamente chamados espíritas. Tal denominação tem a vantagem de aplicar-se exclusivamente à explicação dos fenômenos.
O mediunismo é um campo de trabalho onde podem florescer, sob a inspiração de Jesus, as mais sublimes expressões de fraternidade e um meio que se serve de Deus para auxiliar a Humanidade em seu esforço evolutivo. Um elo de luz entre a terra e o Céu, o mediunismo superior possibilita o encontro, cada vez mais acentuado, do pensamento humano, com as esferas invisíveis nobres, de onde se originam as melhores expressões evolutivas. Lembre-se que Jesus curava através do seu grande grau de mediunidade. A premonição advinda à relativa liberdade motivada pelo sono, poderemos lembrar-nos de muita coisa e os fatos a se realizarem em futuro próximo serão vistos com maior ou menor clareza, e, ao despertarmos, teremos sonhado o que então virá a ser considerado aviso, ou a premonição. É evidente que tais possibilidades derivam de uma faculdade psíquica que possuímos espécie de mediunidade, pois a premonição não existe no mesmo grau em todas as criaturas, embora seja disposição comum a qualquer ser humano, a qual se bem desenvolvida poderá conceder importantes revelações e provas do intercâmbio humano-espiritual.
Se os cientistas procurassem estudar a fundo a espiritualidade humana eles chegariam a responder as 11 perguntas que a ciência não consegue responder. No mundo em que vivemos o homem está apegado demais a materialidade esquecendo por completo a espiritualidade. Os jornalistas Jaqueline Mendes, Klester Cavalcanti e Roberto Moregola são os responsáveis pela matéria. Começam dizendo que: “Quem pensa pouco erra muito”. A frase é de Leonardo Da Vinci, um dos maiores gênios que o mundo já conheceu, nos mais diversos campos do conhecimento. E afirmam que é o combustível que move a matéria. Esqueceram os repórteres de dizer que o maior gênio da Humanidade até hoje foi Jesus de Nazaré, o único Espírito Puro que pisou o orbe terrestre. O resto é só exposição de ensinamentos adquiridos. Um fato que os jornalistas consideram fantástico é a chegada do homem a lua, que não passava de simples ficção, mas se falarmos em desdobramentos, em projeção astral, em projeciologia que são fenômenos em que o espírito se liberta da matéria eles abominariam. Existem muitos casos na história da humanidade desse fenômeno, mas poucos cientistas se preocuparam em estudá-lo.
Fala-se em robôs que conseguem e estudam detalhes do corpo humano em busca de cura, mas esqueceram de verificar e estudar se o corpo humano é dotado de um corpo semimaterial que se chama perispírito e que muitos chamam de alma. A alma somos nós humanos, pela é o Espírito encarnado. Perguntam se a alma existe? Claro. E o que estamos fazendo aqui na Terra? Se não existisse alma o mundo seria desabitado, ou morto se preferirem. A primeira indagação é: Como surgiu o Universo? Fala-se na grande explosão (bigbang), mas são meras especulações. A segunda se refere há quando começou a vida? Se forem pela Bíblia não chegarão a nada, pois a criação do mundo pelo livro é apenas simbologia. Sabemos que pelos nossos estudos de que o primeiro ser vivo a habitar este planeta não foi o homem, e sim um protozoário unicelular conhecido como ameba.
Quanto usamos do nosso cérebro? Uma boa pergunta que merece uma bela resposta. No nosso entendimento o nosso cérebro é algo usado indevidamente por muitos seres humanos, pois o desenvolvimento cerebral depende de muitas nuanças, entre elas, os processos que os seres hominais passam para desenvolvê-lo ou atrofiá-lo. A quarta é se a alma existe. Já nos posicionamos a respeito. Os animais pensam? Todo ser vivo é dotado de espírito e os animais não fogem a regra. Eles são possuidores de instinto, mas muitas raças chegam a impressionar por suas ações e procedimentos. Diríamos que sim, mas muito abaixo da do hominal, que pela bondade divina foi premiado com a inteligência, o livre-arbítrio e de quebra, o instinto. É possível viajar no tempo? O ser humano dotado de matéria nunca poderá viajar no tempo, mas seu Espírito sim, pois o Espírito é um ser inteligente que povoa o universo. A premonição é outra indagação é já nos reportamos sobre ela. Repetimos aqui o nosso pensamento: se os cientistas estudarem pelo lado da materialidade jamais chegarão a lugar algum, mas se embrenharem pela espiritualidade poderão chegar a alguma conclusão. O que define nossa sexualidade? É a outra dúvida dos cientistas. A sexualidade hominal poderá ser decifrada pelo fenômeno da reencarnação, mas para os incrédulos seria falar ao vento de um assunto tão importante.
O cientista americano Yan Stevenson passou mais de 30 anos de sua vida estudando a reencarnação e comprovou baseado na ciência mais de 3.000 casos de reencarnação. “O neuro-cientista Alfredo Pereira Júnior, ressalta que a mente se envolve no processo de cura por meio da fé, ela ativa mecanismos fisiológicos que influenciam o corpo, auxiliando. Mas isso não quer dizer que a fé possa curar alguém”. O pensamento e suas conclusões são inerentes ao homem e existe um clichê popular que diz: “Quem tem boca vai a Roma” o certo é que o ser humano por ser dotado de Espírito jamais terá conclusões iguais quando o assunto é fé. A fé também depende de merecimento e se assim não fosse todo cérebro exposto ao que falou o neuro-cientista em termos de fé seria algo sem utilidade. E o que aprendemos através das religiões e sobre os ensinamentos do Mestre Jesus foram meras especulações, visto que Jesus sempre afirmava: “Vai que tua fé te curou”. E aí quem está com a verdade Jesus Cristo, ou o senhor Alfredo Pereira Júnior? A fé pode curar? E cura mesmo.
Por que nos apaixonamos? Claro porque somos dotados de sentimentos. O amor é parte integrante do ser humano e do principio inteligente. A psicoterapeuta britânica Paula Hall, que há quinze anos trata casais com problemas de relacionamento. Pesquisas de como uma pessoa define a sua cara-metade, por exemplo, indicam que, quanto maior a semelhança com o alvo desejado, mais chance de rolar uma paixão. O homem e a mulher que se deixa iludir pelas aparências nunca soube o que é amor. Confunde sempre amor com desejo carnal que são coisas completamente diferentes. O amor vem do coração e o desejo sexual está inserido mais no pensamento humano. Existe um grau de afinidade entre os espíritos e esse grau acaba com o pensamento da existência da alma gêmea que foi mera ilusão humana. Quando e como o mundo vai acabar? Deus a inteligência Suprema causa primeira de todas as coisas jamais citou esta pergunta.
As profecias humanas levam as pessoas ao medo e a crendice popular. Só o Pai Maior poderia dar uma resposta plausível a respeito do assunto, mas o homem pela sua imperfeição pode destruir a si próprio, mas o mundo jamais acabará, pois a Terra representa apenas um grão de mostarda em pleno firmamento. Como se vê é um assunto delicado e apaixonante, mas o homem quando se insere demais na ciência e procura desvendar os mistérios da vida ele se torna ateu e agnóstico. Pensem nisso!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI – DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
DIA DOS VIVOS E REDIVIVOS
DIA DOS VIVOS E REDIVIVOS
Você não foi aspergido com perdão. Você não foi salpicado com graça. Você não foi polvilhado com bondade. Você foi imerso nisso. Você foi submergido no perdão. Você é um peixe no oceano da misericórdia de Deus. Deixe-se ser transformado! “Se a tua dor verifica ante a desencarnação de entes queridos, a inconformação a que te entregas tão-só se fará tumultuar o círculo daqueles aos quais mais amas” (Emmanuel).
O dia de finados é comemorado no dia 2 de novembro de cada ano. Nós não chamaríamos de finados, mas de “vivos e redivivos”. Temos que aceitar que a morte não existe, e sim a passagem do mundo material para o espiritual. Se estivermos no orbe terrestre cumprindo uma missão destinada e albergada por Deus, e somos espíritos imortais, apenas nos despojamos da vestimenta grosseira, a carnal, e voltaremos em data pré-determinada ou pré-estabelecida pelo Pai Maior, nosso Deus. O dia dos fiéis defuntos, dos mortos, falecidos, dos estagnados biológicos ou de finados é celebrado pela Igreja Católica no dia 02 do mês de novembro. Ressalte-se, que desde o século II, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar por eles. No século V, a Igreja Católica dedicava um dia do ano para orar, rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava.
O abade de Cluny, Santo Odilon, no ano de 998 pedia aos monges que orassem pelos falecidos. Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009) - João XVII também no mesmo ano e Leão IX em 1915, obrigam a comunidade há dedicar um dia aos mortos. No século XIII, esse dia anual passa a ser comemorado em dois de novembro, porque o dia primeiro é a Festa de Todos os Santos. Já em 160 d.C., teve início o costume de orar pelos falecidos, uma invenção totalmente antibíblica do Papa Aniceto, de origem síria e muito carente de entendimento (Deuteronômio 18:11). Os seres humanos têm o direito e podem orar por seus entes queridos que não estejam mais neste orbe, pois partiram para a outra morada, o mundo espiritual, isso é muito bom para a evolução do Espírito, mas quem seria esse papa para afirmar que é uma invenção antibiblica. Talvez pela afirmação do Mestre Jesus que ao convidar um jovem para segui-lo, o mesmo teria afirmado que iria, mas depois que enterrasse seu pai? Tendo Jesus afirmado ao jovem que: “deixai que os mortos enterrem seus mortos”. Quem sabe ler a Bíblia e decifrar facilmente as suas parábolas entenderá perfeitamente.
Existem várias nomenclaturas para esse dia, assim como: “O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas, de entes queridos, que passaram por este mundo de provas e expiações”. É o dia do amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca. É celebrar a vida eterna que não vai findar nunca. A vida cristã é a vida onde o viver em comunhão intima com Deus é para sempre. É o dia em que o espírito comemora a sua libertação da matéria surrada e cansada pelo sofrimento e dos excessos provocados pelos seres humanos. É a preparação para uma nova vida, uma nova existência. Esta cerimônia vem desde o século I, onde os cristãos oravam pelos seus entes queridos. Costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas pelos que morreram sem martírios. No século IV já encontramos a memória dos mortos na celebração da missa. Desde o século V a igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e da qual ninguém se lembrava.
O dia de Todos os Santos para a igreja é a celebração de todos que morreram em estado de graça e não foram canonizados. E de todos que nunca foram lembrados em orações. Os latinos que pastoreavam seus rebanhos sobre as sete colinas, em cujo vale mais tarde se fundou Roma, prestavam culto aos seus antepassados mortos, fazendo rituais particulares ou em festivais especiais nos cemitérios. Os cristãos seguidores dos ensinamentos de Cristo não se relacionavam com os mortos, crendo na ressurreição corpórea no dia do juízo para toda a humanidade, mas rejeitando qualquer doutrina que implicasse em imortalidade da alma, como os adoradores de ídolos criam. Para os cristãos, os mortos eram como trata em Eclesiastes 9:5 e 10, sem qualquer consciência, inexistindo completamente até o dia do juízo final.
Santa ignorância se este juízo final for do jeito que a igreja ensina o que teria vindo Jesus fazer na Terra, onde estaria seus apóstolos, o que seriam dos santos da igreja, onde estaria sua mãe, enfim todos os que nos antecederam estariam dormindo? Dormindo aonde se nem matéria existe! Continuam a afirmar que não poderiam está no inferno, ou em qualquer dimensão que implicasse algum tipo de consciência, sendo que no conceito judaico de Cristo sobre o ades ou o seol o inferno nada mais é do que a cova e a extinção instantânea da vida passando subitamente para a inexistência completa, primeiro da consciência e depois da matéria, que volta ao estado original da terra, reverso do processo de criação, como em Gênesis 2:7. Indaga-se: para que tanto ritual tanta cerimônia, missa, ressurreição, céu, purgatório, inferno, festa de santos se tudo foi para o crivo da inexistência. Para que serve o amor, o perdão, a fraternidade, a caridade, se tudo volta ao estado natural da terra?
My god daí juízo aos que pensam assim. Com a fusão da Igreja Cristã ao Estado Romano no ano de 321, quando da “conversão” ao cristianismo de Constantino Magno então imperador romano, os cristãos fizeram concessões à doutrina pagã romana herdada dos latinos e da variedade de povos e cultos de Roma, pelo que cessariam as perseguições e a religião cristã se tornaria a religião oficial do Estado romano. Se essa premissa realmente fosse verdadeira, Jesus, Maria e os chamados santos pela igreja católica estavam em “sono profundo” sem matéria, sem consciência, no nada. Como pode alguém dormir nestas condições? A ressurreição não seria possível, pois os corpos já estariam consumidos pelos vermes e pela mãe natureza. Se Jesus ressuscitou em Espírito todos nós ressuscitaremos ou não? Deus Pai Bondoso, amoroso jamais iria derrogar as suas próprias leis, e principalmente por ter mandado seu filho a terra, tendo nascido e morrido como um ser humano. Muitas crenças obscuras do politeísmo romano foram cunhadas na religião cristã, entre elas a crença no mundo dos mortos, trazendo daí a ideia de purgatório, de inferno e de paraíso em esferas espirituais. Assim, os cristãos tornaram-se supersticiosos como os romanos adotando o costume de falar com os antepassados mortos junto aos túmulos, como se vê ainda hoje lhe levando comida, flores, acendendo velas, lhes contado suas vidas, pedindo atendimento, intercessão, favores, além de orar por eles e dedicar-lhe também um grande dia, o de finados como no primitivo ritual e festival latino.
Em Eclesiastes 9:5 e 10, porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, por que a sua memória jaz no esquecimento. Amor, ódio, inveja para eles já pereceram para sempre e não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol. Tudo quanto te vier à mão para fazer o faz conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimentos, nem sabedoria alguma. Essa afirmação é ilusória, visto que o Espírito é um ser inteligente que habita o universo, e além do mais é um ser encarnado a que todos chamam de alma. Existem muitos pensamentos retrógrados, mas esse em afirmar que o morto terá que esperar em “sono profundo” até o dia do juízo final e acabar de vez com a fé do ser humano. Não existem mortos e sim vivos e redivivos. O morto a que Jesus se referia na Bíblia eram aqueles humanos que vieram ao mundo só para praticar o mal. Pensem Nisso.
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIRCE
Você não foi aspergido com perdão. Você não foi salpicado com graça. Você não foi polvilhado com bondade. Você foi imerso nisso. Você foi submergido no perdão. Você é um peixe no oceano da misericórdia de Deus. Deixe-se ser transformado! “Se a tua dor verifica ante a desencarnação de entes queridos, a inconformação a que te entregas tão-só se fará tumultuar o círculo daqueles aos quais mais amas” (Emmanuel).
O dia de finados é comemorado no dia 2 de novembro de cada ano. Nós não chamaríamos de finados, mas de “vivos e redivivos”. Temos que aceitar que a morte não existe, e sim a passagem do mundo material para o espiritual. Se estivermos no orbe terrestre cumprindo uma missão destinada e albergada por Deus, e somos espíritos imortais, apenas nos despojamos da vestimenta grosseira, a carnal, e voltaremos em data pré-determinada ou pré-estabelecida pelo Pai Maior, nosso Deus. O dia dos fiéis defuntos, dos mortos, falecidos, dos estagnados biológicos ou de finados é celebrado pela Igreja Católica no dia 02 do mês de novembro. Ressalte-se, que desde o século II, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar por eles. No século V, a Igreja Católica dedicava um dia do ano para orar, rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava.
O abade de Cluny, Santo Odilon, no ano de 998 pedia aos monges que orassem pelos falecidos. Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009) - João XVII também no mesmo ano e Leão IX em 1915, obrigam a comunidade há dedicar um dia aos mortos. No século XIII, esse dia anual passa a ser comemorado em dois de novembro, porque o dia primeiro é a Festa de Todos os Santos. Já em 160 d.C., teve início o costume de orar pelos falecidos, uma invenção totalmente antibíblica do Papa Aniceto, de origem síria e muito carente de entendimento (Deuteronômio 18:11). Os seres humanos têm o direito e podem orar por seus entes queridos que não estejam mais neste orbe, pois partiram para a outra morada, o mundo espiritual, isso é muito bom para a evolução do Espírito, mas quem seria esse papa para afirmar que é uma invenção antibiblica. Talvez pela afirmação do Mestre Jesus que ao convidar um jovem para segui-lo, o mesmo teria afirmado que iria, mas depois que enterrasse seu pai? Tendo Jesus afirmado ao jovem que: “deixai que os mortos enterrem seus mortos”. Quem sabe ler a Bíblia e decifrar facilmente as suas parábolas entenderá perfeitamente.
Existem várias nomenclaturas para esse dia, assim como: “O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas, de entes queridos, que passaram por este mundo de provas e expiações”. É o dia do amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca. É celebrar a vida eterna que não vai findar nunca. A vida cristã é a vida onde o viver em comunhão intima com Deus é para sempre. É o dia em que o espírito comemora a sua libertação da matéria surrada e cansada pelo sofrimento e dos excessos provocados pelos seres humanos. É a preparação para uma nova vida, uma nova existência. Esta cerimônia vem desde o século I, onde os cristãos oravam pelos seus entes queridos. Costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas pelos que morreram sem martírios. No século IV já encontramos a memória dos mortos na celebração da missa. Desde o século V a igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e da qual ninguém se lembrava.
O dia de Todos os Santos para a igreja é a celebração de todos que morreram em estado de graça e não foram canonizados. E de todos que nunca foram lembrados em orações. Os latinos que pastoreavam seus rebanhos sobre as sete colinas, em cujo vale mais tarde se fundou Roma, prestavam culto aos seus antepassados mortos, fazendo rituais particulares ou em festivais especiais nos cemitérios. Os cristãos seguidores dos ensinamentos de Cristo não se relacionavam com os mortos, crendo na ressurreição corpórea no dia do juízo para toda a humanidade, mas rejeitando qualquer doutrina que implicasse em imortalidade da alma, como os adoradores de ídolos criam. Para os cristãos, os mortos eram como trata em Eclesiastes 9:5 e 10, sem qualquer consciência, inexistindo completamente até o dia do juízo final.
Santa ignorância se este juízo final for do jeito que a igreja ensina o que teria vindo Jesus fazer na Terra, onde estaria seus apóstolos, o que seriam dos santos da igreja, onde estaria sua mãe, enfim todos os que nos antecederam estariam dormindo? Dormindo aonde se nem matéria existe! Continuam a afirmar que não poderiam está no inferno, ou em qualquer dimensão que implicasse algum tipo de consciência, sendo que no conceito judaico de Cristo sobre o ades ou o seol o inferno nada mais é do que a cova e a extinção instantânea da vida passando subitamente para a inexistência completa, primeiro da consciência e depois da matéria, que volta ao estado original da terra, reverso do processo de criação, como em Gênesis 2:7. Indaga-se: para que tanto ritual tanta cerimônia, missa, ressurreição, céu, purgatório, inferno, festa de santos se tudo foi para o crivo da inexistência. Para que serve o amor, o perdão, a fraternidade, a caridade, se tudo volta ao estado natural da terra?
My god daí juízo aos que pensam assim. Com a fusão da Igreja Cristã ao Estado Romano no ano de 321, quando da “conversão” ao cristianismo de Constantino Magno então imperador romano, os cristãos fizeram concessões à doutrina pagã romana herdada dos latinos e da variedade de povos e cultos de Roma, pelo que cessariam as perseguições e a religião cristã se tornaria a religião oficial do Estado romano. Se essa premissa realmente fosse verdadeira, Jesus, Maria e os chamados santos pela igreja católica estavam em “sono profundo” sem matéria, sem consciência, no nada. Como pode alguém dormir nestas condições? A ressurreição não seria possível, pois os corpos já estariam consumidos pelos vermes e pela mãe natureza. Se Jesus ressuscitou em Espírito todos nós ressuscitaremos ou não? Deus Pai Bondoso, amoroso jamais iria derrogar as suas próprias leis, e principalmente por ter mandado seu filho a terra, tendo nascido e morrido como um ser humano. Muitas crenças obscuras do politeísmo romano foram cunhadas na religião cristã, entre elas a crença no mundo dos mortos, trazendo daí a ideia de purgatório, de inferno e de paraíso em esferas espirituais. Assim, os cristãos tornaram-se supersticiosos como os romanos adotando o costume de falar com os antepassados mortos junto aos túmulos, como se vê ainda hoje lhe levando comida, flores, acendendo velas, lhes contado suas vidas, pedindo atendimento, intercessão, favores, além de orar por eles e dedicar-lhe também um grande dia, o de finados como no primitivo ritual e festival latino.
Em Eclesiastes 9:5 e 10, porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, por que a sua memória jaz no esquecimento. Amor, ódio, inveja para eles já pereceram para sempre e não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol. Tudo quanto te vier à mão para fazer o faz conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimentos, nem sabedoria alguma. Essa afirmação é ilusória, visto que o Espírito é um ser inteligente que habita o universo, e além do mais é um ser encarnado a que todos chamam de alma. Existem muitos pensamentos retrógrados, mas esse em afirmar que o morto terá que esperar em “sono profundo” até o dia do juízo final e acabar de vez com a fé do ser humano. Não existem mortos e sim vivos e redivivos. O morto a que Jesus se referia na Bíblia eram aqueles humanos que vieram ao mundo só para praticar o mal. Pensem Nisso.
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIRCE
domingo, 4 de outubro de 2009
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Antonio Paiva Rodrigues
- Antonio Paiva Rodrigues
- Fortaleza, Ceará, Brazil
- Este blog tem por finalidade divulgar o jornalismo pelo Brasil e no mundo. Bem como assuntos doutrinários e espirituais.


