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Espiritismo Redivivo

sexta-feira, 13 de julho de 2012

CIÊNCIA MAIS PERTO DE DEUS


CIÊNCIA MAIS PERTO DE DEUS

“Fale menos a respeito de si mesmo”. O egocêntrico em tudo põe o seu “eu”. Não diz: “eles precisam disto”, mas “eu preciso disto”, mas “eu gosto”. Assim por diante: “eu sou, eu quero, eu gosto, eu faço...”, nunca inclui os outros e suas necessidades. Não se comporte assim, vendo-se isoladamente. Os outros também existem. Eles fazem parte da sua vida. Sem eles, é impossível a você alcançar a verdadeira paz. (Lourival Lopes).

Causou um frenesi muito grande, o anúncio da descoberta por pesquisadores europeus, da partícula que pode explicar como é formado tudo o que se espalha pelo universo.  Você acredita que a ciência, ou os cientistas tenham alcançado tal proeza? O homem com ajuda da ciência não foi capaz de descobrir remédios, vacinas, e meios para curar doenças como a AIDS (SIDA), e outras consideradas incuráveis, pode se dar ao luxo em dizer que descobriram a maneira de como tudo se forma na natureza? Uma coisa muita séria para ser anunciada com tanta rapidez. Essa notícia sobre a possível descoberta do bóson de Higgs, anunciada com tanto alarde, ainda precisa de confirmação. Quem fará essa confirmação? Custa acreditar que a ciência está mais perto de Deus, se o homem não absorveu o que é o amor. Físicos do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (CEN) anunciaram a descoberta de uma nova partícula, que pode se tratar da de Higgs.

Entendam o fato: “O bóson de Higgs-O escocês Peter Higgs previu em um artigo publicado em 1964 no periódico científico Physical Review Letters que é uma partícula o que dá massa à matéria”. Chamada de bóson de Higgs, em homenagem ao britânico, ela é mais conhecida como "partícula-Deus" ou "partícula de Deus" (esse segundo mais no Brasil) e seria a última peça no quebra-cabeça do Modelo Padrão, a teoria que descreve as partículas elementares. Descoberta essa partícula então o homem seria capaz de descobrir Deus e os poderes a Ele inerentes. O mais hilariante dessa notícia é que cientistas americanos brincam com bóson.  Na verdade do elétron ao bóson de Higgs existem muitas dúvidas a serem dissipadas. O acelerador de hádrons construído para esse feito custou muito caro e na primeira experiência houve falhas. Cientistas americanos afirmam que precisam do anti-Higgs, uma partícula que manda a massa embora. Eles usam essa expressão em termos de brincadeira, ou mesmo gozação.  Falam que o anúncio coincide com a Independência dos Estados Unidos da América do Norte (EUA). Vários cientistas ainda brincam com a notícia da descoberta e que já é do conhecimento do público de todo o mundo. Já estão criando piadas, chacotas com a partícula epigrafada. “A palavra “mass” em inglês pode significar “missa” quanto “massa”“. Veja uma das piadas atribuídas à descoberta: “O comediante britânico Rory Bremner” mirou no ex-CEO do banco Barclays Bob Diamond: "Cientistas descobriram a célebre Partícula Bob, fenômeno que fabrica dinheiro mais rapidamente do que a velocidade da luz." O tema da longa busca pela partícula também foi parar em canecas, cartões e roupas: “Finalmente descobri o bóson de Higgs”.

Estava atrás do sofá o tempo todo, diz uma camiseta. Outros items, no entanto, poderão ficar defasados: "I'm looking at your Big Bosoms; I mean I'm looking for the Higgs Boson. Have you seen it?!”(Estou olhando para os seus grandes seios, quer dizer, estou procurando o bóson de Higgs), diz outra camisa”. Serpa que um assunto tão sério seria motivo de tantas gozações por outros cientistas? A decisão cabe a eles. Os cientistas Christopher Liewelyn-Smith, Lyn Evans, Herwing Schopper, Luciano Malani e Robert Aymard celebram o anúncio da descoberta. O bóson de Higgs foi anunciado há 50 anos e sua existência nunca foi comprovada. A probabilidade de os cientistas estarem errados é de 1 em 1,7 milhão. Mesmo assim, dizem que é preciso mais estudos pata ter 100% de certeza sobre a existência da chamada “partícula de Deus”.

Quando esse dia chegar, todo um novo campo de estudos sobre a física será aberto e muitas perguntas sobre o funcionamento do universo encontrarão uma resposta. Sérgio Novaes, professor da Universidade Estadual Paulista (UNESP) e coordenador do Sprace, sigla inglesa para o Centro de Pesquisa e Análise de São Paulo, grupo que participa de pesquisas do CERN. “É a descoberta mais importante da física dos últimos 30 anos”. Segundo nos informa Juliana Tiraboschi jornalista da revista “Isto É”, a ideia que sustenta a existência dessa misteriosa partícula foi formulada por diversos físicos na década de 1960. Entre eles, o britânico Peter Higgs, que batiza p bóson. Ela foi criada para preencher uma lacuna no Modelo Padrão, a teoria que descreve as partículas elementares que formam toda a matéria que existe no mundo que conhecemos como as forças agem sobre elas e como elas interagem entre si.


Segundo o Modelo Padrão, os bósons são as partículas que interagem com outras e criam as forças fundamentais - forte e fraca, que atuam no núcleo atômico e eletromagnético (há ainda a gravidade, para a qual alguns teóricos defendem existir o gráviton, ainda não comprovado). Higgs afirmou que a massa não seria das próprias partículas, mas resultado da ação de um bóson que reage mais com umas do que com outras. O problema sobre o Modelo Padrão só funcionaria se as partículas fundamentais não tivessem massa, mas basta subir numa balança para sentir que a realidade não é assim.

Daí surgiu à ideia formulada por Higgs, de que a interação das partículas com um determinado campo causaria um “freamento” delas, criaria uma resistência à mudança da sua velocidade. A massa seria decorrência disso. Um exemplo típico da experiência seria como você atirasse uma bala em uma piscina de água. A bala interage com as moléculas da água e é freada. Essa água seria equivalente ao campo de Higgs. E as moléculas de H205, que formam o líquido, seriam o equivalente ao bóson de Higgs, explicação dada por Alexandre Suaide, professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo que também desenvolve pesquisas no CERN. Os físicos explicam que as partículas colidem com o bóson de Higgs ficando mais lentas, o que lhes dá massa - e isso as difere das partículas de pura energia, como o fóton.

Algumas colidem mais, outras menos, e isso explica a diferença na massa. Tendo como primeiro objetivo achar o bóson de Higgs, o Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em francês) construiu o LHC, um dos experimentos científicos mais caros da história. Fonte: AFP. A maior máquina já construída pelo ser humano, o grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) é um gigantesco anel subterrâneo na fronteira entre França e Suíça. A matéria tem a estrutura de objeto, molécula, átomo, núcleo e próton. Existem explicações científicas para o estudo envolvendo uma série de pormenores quanto ao experimento e uma sequência de como usaram o Hádrons. O acelerador dispara os prótons a 99,9% da velocidade da luz em sentidos opostas. Quando ocorre a colisão entre os prótons, a energia contida neles é dissipada, dando origem a outras partículas. O bóson de Higgs seria uma dessas partículas, mas desaparece tão rapidamente que dificulta a sua deteccção.
Vamos deixar essa discussão com os físicos, pois além de complicada eles não têm 100% de certeza e serão necessários mais estudos para se chegar a uma conclusão plausível sobre essa partícula que já é conhecida no mundo inteira por sua badalação pelos cientistas envolvidos no estudo.  Inaugurado em 2008, essa supermáquina consumiu 20 anos de trabalho e cerca de US$ 10 bilhões e pode produzir colisões entre partículas chamadas prótons a uma velocidade quase igual a da luz. Essa descoberta é importante porque abre caminho para um entendimento mais profundo sobre nossa própria existência. Será? Nós acreditamos que os cientistas que trabalharam nesse experimento possam descobrir alguma coisa importante para seus estudos, mas chegar perto de Deus será humanamente impossível. Pense Nisso1

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ACE- DA UBT- DA AVSPE- DA AOUVIRCE E DA ALOMERCE.

domingo, 20 de maio de 2012

TORTURA NA INQUISIÇÃO


A INQUISIÇÃO NÃO PERDOA, MATA.


A INQUISIÇÃO NÃO PERDOA, MATA.

“Estou em paz com os elementos da natureza. Não existe tempo bom ou ruim. Sou eu que escolho reagir ao que acontece ao meu redor. Hoje estou fazendo uma faxina mental, abrindo espaço para novos pensamentos positivos”. (Louise Hay).

Eu crio milagres em meu mundo, estou aberto às maravilhas do Universo. Como poderei usufruir de tanta beleza, se os ambiciosos, egoístas e trapaceiros surrupiam nossos ganhos suados, através de um amontoado de impostos criminosos, que são desvirtuados dos cofres públicos e vão se imantar nas contas bancárias dos corruptos brasileiros. Sou verdadeiro, procuro viver e me movimentar com alegria. Faço isso todos os dias, mas quando vislumbro uma multidão de esmoleres perambulando pelas ruas e avenidas da cidade, as lágrimas ensopam minhas vestes. A desigualdade social em nosso país é aviltante e sem escolho para impedir que ela cresça cada vez mais. Temos que tomar decisões judiciosas, bastante luminares para obtermos o fio da meada, para atenuar os nossos problemas no cotidiano. A violência cresce a passos largos transparecendo que a inquisição volta a reinar neste país varonil.

Falando em inquisição queríamos ressaltar, a figura de um grande homem que foi vitima da incompreensão de seus pares, referimo-nos a Giordano Bruno, condenado à fogueira pelo Tribunal da Inquisição. O filósofo e frade dominicano tornou-se o símbolo da defesa do conhecimento contra a intolerância (Falta de tolerância, qualidade de intolerante). Giordano Bruno nasceu em Nola na Itália, em 148 e faleceu em 1.600, em Roma, também na Itália. A cidadezinha de Nola fica bem próxima de Nápoles. Giordano Bruno era discípulo do filósofo Francesco Patrizi, membro da Academia Florentina, ingressou na Ordem dos Pregadores aos 17 anos de idade, e lá permanecendo por 10 anos, chegando a ser ordenado sacerdote e recebeu o grau de doutor em teologia em 1.575. Giordano Bruno concebia Deus como alma e princípio ativo do mundo.

Um castiçal de ouro refletia a cerimonial de aparente beleza. Vozes entoavam cantos na forma de mantra capaz de agradar e, ao mesmo tempo, repelir a própria divindade. Segundo Sérgio Peixoto Mendes, ele seguia pela ladeira o ritual carregando consigo a ortodoxia escolástica sob a luz de velas prestes a se apagarem. O calendário humano assinalava o ano de 1600, e a procissão seguia. O ritual bonito buscava agradar uma divindade transcendente, cobrindo a ignorância, o preconceito, o dogma e a intolerância. Os fieis eram os mesmos que outrora haviam escolhido o filho do carpinteiro para carregar suas cruzes. Em suas exaltações continuavam imponentes e pretensiosos. As recentes descobertas marítimas, Índia e América, quase nada significavam. Ressalte-se que a preocupação maior dos comandantes do cortejo não era com o novo e sim com a manutenção, a qualquer preço, da tradição. Por isso sacrificavam a individualidade criadora para conservar o poder, verdadeiros trabalhadores da inércia. O conflito era o mesmo da época do divino rabino: um passado que recusava a morrer. Acusado de heresia, Giordano Bruno abandonou a ordem indo se refugiar no norte da Itália.

Lá sua ocupação principal era o ensino. Constantemente perseguido, não suportando mais, viaja para a Suíça, onde se converteu ao calvinismo para abandoná-lo pouco tempo depois. Esteve também na França, Alemanha e Inglaterra, depois volta a Veneza pelos idos de 1592. Segundo as palavras de Giordano Bruno sobre as leituras, ele ficara fascinado por filósofos gregos, como: Parmênides, Heráclito, Lucrécio, Plotino e Demócrito, os mais antigos. Também apreciava os mais modernos, pelo “onisciente” Raimundus Lullus, o “magnânimo” Nicolau Copérnico e o “divino” Nicolau Cusano, ou Nicolau de Cusa. O progresso impõe as suas regras e as velhas desabam.

Por esse motivo os escolásticos ficaram preocupados. Ressalte-se que: “A Escolástica tem tanto um significado mais limitado, ao se referir às disciplinas ministradas nas escolas medievais – o trivio: gramática, retórica e dialética; e o quadrívio: aritmética, geometria, astronomia e música -, quanto uma conotação mais ampla, ao se reportar à linha filosófica adotada pela Igreja na Idade Média. Esta modalidade de pensamento era essencialmente cristã e procurava respostas que justificassem a fé na doutrina ensinada pelo clero, guardião das verdades espirituais”. Esta escola filosófica vigora do princípio do século IX até o final do século XVI, que representou o declínio da era medieval.

A Escolástica é o resultado de estudos mais profundos da arte dialética, a radicalização desta prática. No começo seus ensinamentos eram disseminados nas catedrais e monastérios, posteriormente eles se estenderam às Universidades. Várias transformações estavam ocorrendo, visto que com o passar do tempo às mudanças são fundamentais, o problema é que sempre existem conservadores tentando impedir as mudanças com receios da perda do poder. Diante das descobertas de Copérnico (1473-1543) a visão do mundo seria outra, onde o heliocentrismo opõe-se ao teocentrismo. Em Londres Nicolau Copérnico dedicou-se a ensinar na Universidade de Oxford onde ministrava aula sobre cosmologia (Estudo dos Cosmos). Esteve na França e em 1585 foi ridicularizado após um debate público no Colégio de Cambrai, tendo sido expulso do país. Demonstrou, mesmo utilizando um método errado, que o Sol era maior que a Terra, em diversos países em que esteve. Giordano Bruno defende a infinitude do universo, como um conjunto dinâmico que se transforma continuamente, do inferior ao superior, e vice-versa, num movimento constante, por ser tudo uma só e mesma coisa, como manifestação da vida infinita e inesgotável. Como o universo, também Deus é infinito, sendo-lhe imanente e transcendente ao mesmo tempo, sem nenhuma contradição, pois os opostos acabam por coincidir no infinito.·.

Segundo preceitua o site: Infoescola: “Para Bruno, o universo é uma coisa viva, todo ele regido por uma mesma lei, sendo Deus a mônada das mônadas (espécies de átomos orgânicos e viventes), que compõem o organismo do mundo. Deus está presente por toda parte, como poder infinito, sabedoria e amor, cabendo aos homens adorar toda essa infinitude com entusiasmo, numa unidade das crenças religiosas, além de qualquer dogma positivo”. Como os conservadores de antanho afirmavam que a Terra era o centro do Universo, não queriam que suas percepções fossem contrarias. Copérnico sofreu muito com isso, pois afirmara que a Terra girava em torno do sol e não como pensavam os conservadores. Para Bruno, o universo é uma coisa viva, todo ele regido por uma mesma lei, sendo Deus a mônada das mônadas (espécies de átomos orgânicos e viventes), que compõem o organismo do mundo.

Deus está presente por toda parte, como poder infinito, sabedoria e amor, cabendo aos homens adorar toda essa infinitude com entusiasmo, numa unidade das crenças religiosas, além de qualquer dogma positivo. A metafísica de Bruno pode ser denominada de monista, pampsiquista e para-materialista, sendo que ele concebe Deus como alma e princípio ativo do mundo - e a matéria como princípio passivo. Deus e matéria nada mais são, portanto, do que dois aspectos da mesma substância. Depois de um longo período de esquecimento, por cerca de dois séculos, Giordano Bruno foi redescoberto nos fins do século 18 e começo do século 19, através do pensamento dos românticos alemães, não sendo pequena a dose de sua filosofia nas idéias de Goethe. Já em Veneza, denunciado pelo nobre Giovanni Moncenigo, é novamente acusado de heresia e preso pelo Santo Ofício. Reconhece os seus erros e parece livrar-se da fogueira. Mas, a pedido do papa, as autoridades venezianas, depois de alguma hesitação, o entregam ao tribunal da Inquisição de Roma. Fica encarcerado durante sete anos, negando-se a abjurar suas doutrinas, das quais não se retrata. Foi queimado em 1600. Muitos estudiosos estiveram incluídos nesse rol que mostra o crescimento dos estudos da ciência e sua evolução, através dos tempos. Por isso, escolhemos o tema, a Inquisição não perdoa, mata, visto que aqueles que discordavam dos retrógrados da igreja Católica, Apostólica Romana, o destino era a cruel fogueira da inquisição.

Os peripatéticos – as indisposições de Giordano Bruno para com a filosofia de Aristóteles parecem uma vingança de Heráclito, que na opinião de Aristóteles não passava de um poeta não comprometido com a verdade, obscuro e sonhador; que passa a impressão de possuir certo grau de loucura. O termo paripatético usado contra Aristóteles tinha como pressuposto de que o filósofo tinha o hábito de ensinar caminhando. Gostava de andar compassadamente em volta do perípatos de seu Liceu, hábito que deixou para os futuros pensadores e inspirou o que viria a se chamar Escola Peripatética de Filosofia. Seguindo a mesma linha de raciocínio, Jesus pode também ser considerado peripatético.
“Os escolásticos tentam harmonizar ideais platônicos com fatores de natureza espiritual, à luz do cristianismo vigente no Ocidente”. Mesmo depois, quando Aristóteles, discípulo de Platão, é contemplado no pensamento cristão através de Tomás de Aquino, o neoplatonismo adotado pela Igreja é preservado. Assim, a escolástica será permanentemente atravessada por dois universos distintos – a fé herdada da mentalidade platônica e a razão aristotélica. Agostinho, mais tradicional, clama por um predomínio da fé, em detrimento da razão, ao passo que Tomás de Aquino acredita na independência da esfera racional no momento de buscar as respostas mais apropriadas, embora não rejeite a prioridade da fé com relação à razão. Dizem que o filósofo é esse agente destruidor das correntes que estão colocadas nas portas dos miseráveis. Seria essa a missão de um filósofo como foi citado durante as análises dessa matéria que ora repassamos para os leitores. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ACE- DA UBT- DA AVSPE- DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE

 





















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terça-feira, 10 de abril de 2012

JEOVÁ, IAVEH E JAVÉ.

JEOVÁ, IAVEH E JAVÉ.

“Aceitando a luz do Evangelho na consciência e no coração, somos de movidos a condição de cooperadores do Divino Pomicultor (cultivador de árvores frutíferas), no campo imenso da vida”. (Emmanuel).

Não importa que a ventania da discórdia esteja rugindo em torno de nós. O importante será erguer o coração e as mãos, a palavra e a atitude para construir. Estamos nesse orbe para construirmos os alicerces da paz, o pilotis da esperança, as colunas do bem e a exterminação do mal. Muitas pessoas têm falado acerca de Satã, no entanto, jamais coadunarei com esse nome vulgar e que nos causa muito nojo. Navegando pela Rede Mundial de Computadores como fazemos costumeiramente vimos uma expressão que nos chamou a atenção. A expressão era a que se segue: “Vamos ver nessas contas quem matou mais gente, Deus ou Satã”? Quando nos referimos a Deus leia-se Jeová, Iaveh e Javé. Vejam as estatísticas sombrias acerca dos crimes atribuídos ao “Deus” de Israel, que foi coroado por Abraão, Isaac e Jacó. O verdadeiro Deus do clã de Abraão, um dos personagens do Antigo Testamento, da Torá livro da religião judaica.

A estatística não será precisa, em virtude de ser subfaturadas, pela impossibilidade de contabilizar os mortos no famoso dilúvio, e nos acontecimentos de Sodoma e Gomorra, sem contabilizar incontáveis massacres. Para sermos éticos vamos apenas considerar os registros bíblicos e de versículo, em versículo teremos a contabilidade correta. Os seres humanos foram criados pelo Pai Maior para construir grandes obras. Estorvos à realização de teus ideais te afligirão a senda, contudo, se quiseres servir, atrairás braços inúmeros que estarão contigo, sintonizados no esforço de boas obras. Estamos construindo o elo do bem, apesar dos malfeitores teimarem em destruir as boas obras. Não fique espantado com a estatística que iremos dar conotação nessa matéria, visto que em nossas inserções religiosas nunca consideramos Jeová como Deus. O Deus verdadeiro foi aquele pregado por Jesus de Nazaré, em que o bem estava presente sempre.

A mulher de Ló foi dizimada, por olhar para trás na destruição de Sodoma e Gomorra, segundo (Gen. 19,26) 1-1, Er, por ser mau aos olhos do Senhor (Gên. 38,7) 1-2; Onan, por derramar sua semente, isto é, se masturbar (Gên. 38, 10) 1-3; No episódio do Bezerro de ouro, onde Moisés subira ao Monte Sinai para receber as Tábuas dos 10 Mandamentos, e ao voltar viu seus companheiros adorando um bezerro de ouro construído para a festa. (Nesse episódio foram executados 3.000(três mil), está em Ex. 32, 27-28). Alguns vão mais além e acrescentam mais três na carnificina. Javé não admitia blasfêmia e a pena era a aplicação de lei de talião. “Olho por olho, dente por dente”. É razoável concluir que ele guardou um registro dos eventos ao passo que iam ocorrendo, e que escreveu as instruções de Deus à medida que as recebia. Isto é implícito na ordem de Deus a Moisés de escrever a condenação dos amalequitas logo após Israel tê-los derrotado em batalha. Ademais, certos assuntos no livro sugerem que foi escrito logo. Por exemplo, ordenou aos israelitas trazer animais que desejassem usar para alimentação à entrada da tenda, para serem abatidos.

Esta ordem teria sido dada e registrada pouco depois do estabelecimento do sacerdócio. Muitas instruções são dadas para orientação dos israelitas durante a sua viagem no ermo. (Êx. 17:14, Lev 17:3, 4; 26-28).  O livro de Êxodo termina quando se erige o tabernáculo "no primeiro mês, no segundo ano, no primeiro dia do mês". O livro de Números (que se segue imediatamente ao relato de Levítico) começa com Deus falando a Moisés "no primeiro dia do segundo mês, no segundo ano da saída deles da terra do Egito". Segue-se, portanto, que não poderia ter passado mais de um mês lunar para os poucos eventos de Levítico, consistindo a maior parte do livro em leis e regulamentos. Êx. 40:17; Núm. 1:1; Lev. 8:1-10:7; 24:10-23.  Deus se propusera a ter uma nação santa, um povo santificado, colocado à parte para Seu serviço. Desde os dias de Abel, homens fiéis de Deus vinham oferecendo sacrifícios a Deus, mas foi primeiro à nação de Israel que Deus deu instruções específicas sobre ofertas pelo pecado e outros sacrifícios.

Estes, segundo explicado em pormenores em Levítico, deixaram os israelitas cientes da excessiva pecaminosidade do pecado e incutiu-lhes na mente quão desagradável isto os tornava aos olhos de Deus. Tais regulamentos, como parte da Lei, serviram como tutor conduzindo os judeus a Cristo, mostrando-lhes a necessidade de um Salvador, e, ao mesmo tempo, servia para mantê-los como povo separado do resto do mundo. Em especial as leis divinas sobre pureza cerimonial serviram para este último objetivo. Lev. 11:44; Gál. 03:19-25. São muitas nuanças no tocante ao Velho Testamento, o Pentateuco mosaico e as diabruras de Jeová como se seguem. As conotações explícitas aqui segue ao final uma soma que nos levará ao total dos dizimados. Por recolher lenha no sábado (num. 15, 32-36) + 1 = 3.005; Corá, Datã e Abirão, e todas as suas famílias (num. 16, 27) +12 = 3.019; Queimados vivos por oferecer incenso (num. 16,35) + 250 = 3.269; por reclamar (num. 16, 49) + 14.700 = 17.969; por se prostituir com as filhas de Moabe (num. 25,9) + 24.000 = 41.969. Massacre midianita (num. 31, 1-35) +90.000 = 131.969. Acã e sua família (Josué 7, 24-26) +5 = 131.974; Ataque a Ai (Josué 8, 1-25) + 12.000 = 143.974.

Cananeus e farizeus (jz. 1,4) + 10.000 = 153.974; Eúde mata em nome de deus (jz. 3, 15-22) 1-153.975; Moabitas (jz.3, 28-29) + 10.000 = 163.975; Midianitas forçados a matar uns aos outros (jz. 7, 2-22) + 120.000 = 283.975; O espírito do Senhor vem até Sansão (jz. 14, 19) + 30 = 284.005; Mais uma vez o Sansão se enche de espírito santo (jz. 15, 14-15) + 1.000 = 285.005; Deus ajuda Sansão a matar (jz. 16, 27-30) + 3.000 = 288.005; Mais benjamitas (jz. 20, 44-46) + 25.000 = 338.105; Por olhar dentro da arca do Senhor (1sam. 6, 19) + 50.070 = 388.175; Filisteus (1sam. 14, 12) + 20 = 388.195; Samuel mata Agague (por ordem de Deus) (1sam 15, 32-337) + 1 = 388.196; Deus feriu Nabal (1sam. 35, 28) + 1 = 388.197; Uzá, por tentar impedir a arca de cair (2 Sam.6:6-7) + 1 = 388.198; O filho de Davi, ainda neném (2 Sam.12:14-18) + 1 = 388.199; Sete filhos de Saul enforcados diante do Senhor (2 Sam.21:6-9) + 7 = 388.206; Punição pelo censo de Davi (2 Sam.24:13) + 70.000 = 458.206; Um profeta por acreditar na mentira de outro profeta (1rs.13:1-24) + 1 = 458.207; Deus entrega os sírios (1rs. 20:28-29) + 100.000 = 558.207.

Deus faz uma parede cair nos soldados sírios (1rs. 20:30) + 27.000 = 585.207; Deus envia um leão matar um homem por não matar um profeta (1rs. 20:35-36) + 1 = 585.208; Queimados vivos por Deus (2rs. 1:9-12) + 102 = 585.311; Deus envia dois ursos para matar 42 crianças (2rs. 2:23-24) + 42 = 585.343; Morreu por não crer em Elias (2rs. 7:17-20) + 1 = 585.344; Jezebel (2rs. 9:33-37) + 1 = 585.355; Deus mandou leões matar alguns estrangeiros (2rs. 17:25-26) +3 = 585.358; Assírios (2rs. 19:35,) + 185.000 = 770.358; Saul (1cr. 10, 14) +1 = 770.359; Deus entrega Israel nas mãos de Judá (2cr. 13:15-17) + 500.000 = 1.270.359; Jeroboão (2cr. 13:20) + 10 = 1.270.360; O Senhor entregou os etíopes (2cr. 14:9-14) + 1.000.000 = 2.270.360; Jeroão (2cr. 21:14-19) + 1 = 2.270.361; A mulher de Ezequiel (ez. 24:15-18) + 1 = 2.270.362; Ananias e sua esposa (Atos 5:1-10) + 2 = 2.270.364; Herodes (Atos 12:23) + 1 = 2.270.365". (Grifo nosso).

São atribuídas ao “Deus Jeová essa triste estatística de 2.270.365 assassinatos, sem contar os castigos. Aqui nessa matéria tivemos inspiração na fonte HTTP://forum.cifraclub.com.br/forum/11/1/. Tudo está na Bíblia e no Antigo Testamento. Ao endiabrado Satã - temos a dizer o seguinte:” Jó 1,1 Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó. Era homem íntegro e reto, que temia a Deus e se desviava do mal.  Jó 1,12 Ao que disse o Senhor a Satanás: Eis que tudo o que ele tem está no teu poder; somente contra ele não estendas a tua mão.  Ou seja, Satã matou os dez filhos de Jó, mas reparem, com a permissão de deus! Logo, o correto seria ambos seres responsabilizados pelas mortes. Quem teria vencido a guerra da violência? Fácil constatar: Jeová 2.270.365 mortes, Satã 10 mortes como está epigrafado acima. Diferença pró Jeová 2.270.355. Pode Freud.  Um verdadeiro genocídio e ainda querem afirmar que a Bíblia é a palavra de Deus. Vocês poderão ver mais detalhes no site http://oencosto.rv.cnt.br/sataxjeova.htm. É bom lembrar que o Deus da Bíblia era a divindade familiar de Abraão considerado superior apenas às demais divindades da época. Em absoluto personifica o Altíssimo Soberano do Universo. O Deus de Moisés andava entre nós, comia e bebia como qualquer criatura e era muito perigoso quando contrariado. A maioria adorava Jeová por medo ou interesse, pouquíssimos por amor. Precisou que Jesus viesse revelar que o Altíssimo Deus é Espírito e não alguém como nós, nada tendo a ver com as carnificinas atribuídas a Ele no Velho Testamento. O verdadeiro cristão, portanto, o serve por amor e não por medo ou interesse de livrar a própria pele, como quem vivia debaixo da Lei de Moisés.

Alguém aqui procurou defender a ideia ultrapassada da divindade bíblica afirmando que apenas matava os maus, que não o tinham no coração.  Ora, para a pessoa amar seus semelhantes não precisa viver com a Bíblia dependurada no pescoço. Moisés era fiel a Jeová e, no entanto, segundo as Escrituras, Deus ficou no pé dele procurando matá-lo por não haver circuncidado o filho aos seis anos de idade, conforme o costume egípcio. Graças à sua mulher, que se adiantou e efetuou o serviço, Moisés não perdeu a vida. Ora, que espécie de divindade é essa? Eu me esforço, debalde, de dar um bom testemunho do Jeová revelado por Jesus como Deus do perfeito Amor, que não faz acepção de pessoas, não destrói ninguém num lago de fogo, mas oferece ilimitadas oportunidades de retorno ao caminho da verdadeira vida, que é espiritual e não terrena.

Essa é a Justiça do Reino do verdadeiro Deus, nada tem a ver com a antiga e ultrapassada justiça do olho por olho e dente por dente que, infelizmente, ainda vigora até hoje entre muitos que se dizem seguidores do Cristo de Deus... Queremos agradecer as belas fontes de consultas que usamos para elaborar boa parte dessa matéria bastante polêmica. Acreditamos que a Bíblia precisa ser mais vista e interpretada da melhor maneira possível, pois pelo que a denotamos não foi inspirada e tem muita coisa do ser humano, por isso muita cautela devemos ter quando falarmos em religião. Leiam também os “Paradoxos da Bíblia”.  Temos um belo Novo Testamento onde Jesus prega o amor, a paz e o respeito para com os irmãos e esse livro deveria ser a Bíblia de todos os cristãos, mas algumas religiões ainda se baseiam quase cem por cento nas passagens do Antigo Testamento, desprezando o que há de belo no Novo Testamento, o Evangelho de Jesus. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ACE- DA UBT- DA AVSPE- DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE

O FILHO DE DEUS( O PAI MAIOR)

DEUS X DEUS

DEUS X DEUS

“O discípulo sincero não ignora que é preciso trabalhar por absorver-se na Luz Divina do Espírito e, ao passo que se esforça, está convencido de que o Senhor lhe virá ao encontro, abrindo-lhe o entendimento” (Emmanuel).

A titularização acima epigrafada vem no sentido de dirimir uma dúvida cruel, que até os dias de hoje não conseguiu convencer a todos os seres hominais, no que tange a significação da divindade de que Deus é possuidor. A figura do Pai Todo Poderoso, em sua excelência é entendida erroneamente, quando comparamos as divindades do Antigo e Novo testamento. Muitos exegetas quando se referem à Bíblia, afirmam que o “Livro Sagrado” nunca foi à palavra de Deus. (Grifo Nosso).

A nossa omissão diante da dúvida não nos levará a lugar algum, segundo afirmações de Charles Fort. Essas nuanças se fortalecem quando enunciamos o comportamento de “Deus Jeová”, e “Pai Maior”, pregado pelo Mestre Jesus. (Grifo Nosso). Recebamos a experiência, por mais difícil, com a luz da confiança no Senhor que, oferecendo-nos a luta depuradora, possibilita-nos a própria regeneração.

Uma pergunta que não quer calar, mas que algumas religiões aceitam como dogmas de fé. Por que Jeová, o “Deus” do Antigo Testamento era tão irado? A resposta vem de imediato.  “O Senhor é um guerreiro” (Ex 15:3). O papel de Deus nunca foi o de ser guerreiro e, Jesus já exemplificava bem essa passagem. Em (Dt 32: 19-25) veremos com nitidez a ira de Jeová. “Ao ver isto o Senhor se irritou, provocando à ira pelos seus filhos e suas filhas, dizendo: esconderei deles o meu rosto e verei qual será o seu fim; pois é uma geração perversa, filhos sem lealdade {...} com seus ídolos me provocaram à ira [...] também os provocarei. Pois um fogo se ascendeu na minha ira e arderá até o mais profundo do inferno. Males amontoarão sobre eles e as minhas setas esgotarei contra eles”.

“Consumidos serão pela fome e devorados pela peste e febre violentas, enviarei contra eles o dente das feras e o veneno ardente das serpentes que se arrastam no pó. Por fora devastará a espada e por dentro com pavor, tanto ao jovem, quanto a virgem, assim a criança de peito e o homem grisalho”. Como teria “Deus Jeová” transmitido essas insinuações aos humanos daquela época? Ele teria descido de seu pedestal, se materializado e reunido o povo para fazer deletérias ameaças? As palavras do Mestre Jesus cheias de sabedoria contemplava o povo com o amor, pois ela dizia: “Ninguém vai ao Pai senão por mim”. Jesus nunca se referiu a Deus nominalmente, visto que o chamava de Pai.

Em outras passagens do Velho Testamento, que os Papas daquela época resolveram unir os dois testamentos e transformaram em um só, dando-lhe o nome de Bíblia (O Livro) vêm mais ameaças. “Consumidos serão pela fome e devorados pela febre e peste violenta; enviarei contra eles o dente das feras e o veneno ardente das serpentes que se arrastam no pó. Por fora devastará a espada e por dentro com pavor, tanto ao jovem como a virgem, assim a criança de peito como o homem grisalho” (Dt 32: 19-25;). “Dirás a terra de Israel, isto diz o Senhor Deus: Eis que venho contra ti, tirarei a minha espada da sua bainha e matarei no meio de ti o justo e o ímpio” (Ez 21:3-4;).

“Desafogarei contra ti o meu zelo […] cortar-te-ão o nariz e as orelhas; e o que restar, o retalharão a espada” (Ez 23:25;). “Pelo que farei estremecer o céu, e a terra se movera do seu lugar, por causa do furor do Senhor dos exércitos, e por causa do dia da sua ardente ira. E como a corça quando é perseguida, e como a ovelha que ninguém recolhe, assim cada um voltará para o seu povo, e cada um fugirá para a sua terra. Todo o que for achado será traspassado; e todo o que for apanhado, cairá à espada” (Is 13:13-15;). A ira era constante nas palavras de Jeová. Será que Jeová seria mesmo Deus? Ou o clã de Abraão teria o transformado em Deus de Israel?

Jesus em suas pregações dizia que nenhum de seus irmãos seria capaz de ver a fisionomia do Pai, primeiro por ser Ele um Espírito, e segundo nenhum ser terreno teria a perfeição necessária para vê-lo. Coisas mais horripilantes. Deus matou: “O Senhor ouviu o clamor de Israel entregou-lhes os cananeus, que ele matou, destruiu suas cidades e pôs aquele lugar o nome de Horma, isto é, maldito” (Nm 21:3). “Mas feriu o Senhor os homens de Bete-Semes, porque olharam para dentro da arca do Senhor; feriu setenta homens do povo. O povo se entristeceu, porque o Senhor fizera tão grande morticínio entre eles” (1 Sm. 6:19;). “Assim diz o Senhor dos exércitos: Castigue a Amaleque pelo que fez a Israel quando se lhe opôs no caminho, quando este subia do Egito. Vai agora e fere a Amaleque e destrói totalmente a tudo o que tiver. Nada lhe poupes; matarás a homens e mulheres, meninos e crianças de peito, bois e ovelhas, camelos e jumentos” (I Sm 15:2, 3;).  “Portanto, toda a congregação o levou para fora do acampamento e o apedrejaram até que morreu como o Senhor ordenara a Moisés” (Nm 15:36;). "Eu também enviarei as bestas entre vós que matarão suas crianças” (Lv 26:22;). "O que fazia era mau aos olhos do Senhor pelo que o matou” (Gn 38:9;).

“Aconteceu, pois que à meia-noite, o Senhor feriu todos os primogênitos da terra do Egito” (Ex 12:29;). “Então o Espírito do Senhor se apossou dele (Sansão), de modo que desceu a Asquelom e matou trinta dos seus homens” (Jz 14:19;). "Ora, Er, o primogênito de Judá, era mau aos olhos do Senhor, pelo que o Senhor o matou" (Gn 38:7;). "E o que ele fazia era mau aos olhos do Senhor, pelo que o matou também a ele" (Gn 38; 10;). “[...] Uzzah colocou sua mão na arca e a pegou; pois o boi havia tropeçado. E a ira do Senhor se voltou contra Uzzah; e Deus o matou pelo seu erro e lá ele morreu próximo a arca do Senhor” (I Sm 6:6, 7;). Jeová, além de matar também castigava. Queremos afirmar que os fatos narrados aqui nessa matéria que terá continuidade não foi copiada de ninguém, e sim retiradas do próprio Antigo Testamento.

Enquanto Jeová na sua vontade intrínseca de castigar, o Mestre Jesus pregou um Deus diferente, cujas características principais era o amor ao próximo e o perdão pelas ofensas. Será que a ira de Jeová ainda predomina em Israel, visto que a violência está entranhada naquela região. A Palestina onde Cristo nasceu vem sofrendo ataques e atentados por parte dos israelitas. Será que o amor ainda não chegou por lá? Ou os ensinamentos de Jeová continuam em evidência nos dias atuais. Deus teria duas personalidades? Uma má e outra boa? Não. Achamos sim que Jeová nunca foi Deus, e o Antigo Testamento não deveria ser parte integrante da Bíblia dos cristãos. Já seria de bom alvitre se o Novo Testamento fosse a nossa Bíblia oficial, pois Cristo nos ensina a pregar o amor, a fraternidade, a caridade e nos tratarmos como irmãos. Jesus pela sua superioridade espiritual transformou os Dez Mandamentos em dois. Pois os dois encerravam os dez. “Amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a ti mesmo”. Pense Nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ACE- DA UBT- DA AVSPE- DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE







Antonio Paiva Rodrigues

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