POVOS ANTIGOS QUE FIZERAM A HISTÓRIA
“Quanto mais fé, menos sofrimento. Os sofrimentos
decorrem de fraquezas internas. É a fé é fortaleza. É fortaleza de tal ordem
que nada a põe abaixo. Fortificando-se você, as situações externas perdem ou
ganham significado, pois do seu interior depende o exterior. Você dosa a fé
conforme as circunstâncias”. (Lourival Lopes).
Muito
já se ouviu falar dos cananeus, dos filisteus, assírios, selêucidas, romanos,
israelitas e suas importâncias para a humanidade e para a história. Esses povos
sempre se mantiveram em conflitos pelo poder, ou pela sustentação de seus
territórios. Do período dos povos acima expostos até os dias de hoje, a Bíblia
contabiliza 20 conflitos militares entre os períodos de 1406 A.C., e 74 D.C.,
por isso, a violência se faz presente com destaque no Antigo Testamento (AT) ou
religião judaica. É do conhecimento dos leitores bíblicos que o Velho
Testamento cita dezenas de batalhas porque conta a história da conquista de
Canaã, a terra que Deus prometeu aos israelitas. É comum notarmos que Deus
mantinha contato face a face com as grandes personagens daquela época. “O
Senhor disse a Josué: Não temas os reis, porque amanhã, há esta mesma hora, eu
os lançarei, ofegantes, diante de Israel.”.
Esses
reis se juntaram e vieram acampar juntos, perto das águas de Meron, para
combater Israel. Desde esse momento começou uma batalha e terminou com a
expulsão dos monarcas que foram perseguidos até Sidon, até as águas de
Meserefot até o vale de Masfa, para o oriente, terminado depois que os inimigos
foram todos aniquilados. (Josué II. 5, 9). Temos afirmado em nossas incursões
religiosas de que os livros considerados sagrados não falam somente de amor,
nas Escrituras Hebraicas a presença das guerras é constante e o sangue jorra
com muita fluidez. A Torá conta a saga para a conquista de Canaã, a terra
prometida. Os israelitas tiveram que abrir caminho dominando os cananeus, filisteus
e jebuseus entre outros povos.
Ao
dominar o que encontravam pela frente sempre avançavam e com muita força foram
dominando os assírios, os selêucidas, os romanos e os babilônios. Muito sangue
derramado e muitas vidas dizimadas. A cidade pretendida localizava-se entre o
mar Mediterrâneo e o rio Jordão, que hoje corresponde a Israel, sendo elo entre
Europa, África e Ásia, ou Eurásia. Javé considerado Deus nacional que tem a
característica de protetor e guerreiro. Duzentos e sessenta e dois versículos
se referem a ele como Deus dos Exércitos. Poderíamos nos esticar um pouco mais
na história, no entanto, o espaço é curto e para narrar à história dos
israelitas teriam que construir uma enciclopédia, mas queremos frisar a
importância do próprio Javé, Abraão e Moisés personagens importantes desse
evento histórico.
Um
dos líderes importantes e de destaque foi Abraão e aqui enumeramos a sua saga.
Dizem os estudiosos que ele fez pacto com Deus e conduziu seu povo numa
incrível jornada da Mesopotâmia até a Terra Prometida. Se os leitores quiserem
estudar mais um pouco, aqui damos uma dica: Gênesis 17:1-2; e 12: 1-3; Gênesis
11:31-32. Tabletes de argila do século 14a. C. citam um povo guerreiro e,
seminômades que perambulava entre Egito e Canaã: os hindus. Há quem diga que
esse povo na realidade eram os hebreus liderados por Abraão. Os períodos importantes foram: 2100 a.C.,;
2.095ª.C.,; 2090 a.C; 2065 a.C; 2084ª.C;, 2084 a.C; 2067 a.C; 2.066 a.C; 1991
a.C. Como vemos a história antiga foi escrita com pena de sangue. Moisés, o Êxodo - foi outro período da história. O
profeta libertou os hebreus da escravidão no Egito e chefiou campanhas
militares em sua marcha para Canaã. Moisés ficou conhecido pelo Pentateuco, os cinco
livros atribuídos a ele.
Tanto Abraão quanto Moisés teria a proteção de Javé. Genesis; Deuteronômio;
Êxodo; Números ; Levítico são os principais livros atribuidos a Moisés e fazem
parte do Antigo Testamento (A.T). Os dez
Mandamentos da Lei de Deus são atribuídos a Moisés o seu recebimento. Como eu
toda história os livros considerados apócrifos estão presentes e alguns deles
são atribuídos a Moisés. “O Sexto e o Sétimo livros de Moisés são apócrifos,
isto é, proscritos, sendo excluídos das escrituras, visto que estão inseridos
todas as “magias” que Moisés praticava para efetuar milagres, que são descritos
no Antigo Testamento. Todas as tábuas, conjurações e orações usadas por este
grande Mago estão descritas minuciosamente nestes livros.” Oitavo livro
raríssimo e de difícil compreensão traduzido para o nosso idioma e adaptado
para linguagem cotidiana a fim de que qualquer leitor possa entender o seu
significado. O Oitavo Livro de Moisés é um Grimório Greco egípcio – formado por
quatro livros, que trata principalmente de revelar os Nomes Sagrados de Deus e
os métodos de utilizá-los na Magia. "A Espada de Moisés" que
corresponde ao 9º livro de Moisés. Pelo que se sabe Moisés era Profetizador, que hoje corresponde
ao médium.
Trata-se
de um livro raríssimo, difícil de encontrá-lo completo, a maioria está
fragmentada. Este livro trata de fórmulas mágicas e conjuração através dos
Nomes Secretos de Deus. “Trás cerca de 200 fórmulas prontas para os mais
diversos fins tais como amor, prosperidade, saúde e proteção e principalmente
fórmulas de vingança sobre os inimigos e domínio sobre as pessoas”. “Fonte:(http://www.abiblia.org/ver.php?id=2564#.UPdDLGck98E)”.
Citação de muita importância, pois pouca gente sabe ou tem conhecimento dos
livros apócrifos atribuídos a Moisés. A “Espada de Moisés” que corresponde ao
nono livro de Moisés. Trata-se de um livro raríssimo e muito difícil de
encontrá-lo completo, pois a maioria está fragmentada. Este livro trata de fórmulas mágicas e conjuração
através dos Nomes Secretos de Deus. Trás cerca de 200 fórmulas prontas para os mais diversos fins tais como
amor, prosperidade, saúde e proteção e
principalmente fórmulas de vingança sobre os inimigos e domínio sobre as
pessoas. Os nomes de Deus foram traduzidos do alfabeto hebraico para o
nosso para facilitar, mas a correspondência entre alfabetos é apresentada no
início do livro. Esgotado o assunto vamos escrever um pouco sobre os Cananeus.
Uma sociedade relativamente sofisticada, que dispunha de boa tecnologia militar
e treinava seus soldados desde a infância. Tinham como armamento a lança, a
armadura, a adaga e a espada. Ele ocuparam vasta área desde Israel, Líbano,
Síria e Jordânia.
Os
juditas atacaram Jerusalém e tomaram-na. Passaram os seus habitantes ao fio da
navalha e incendiaram a cidade. Desceram dali e combateram os cananeus das
montanhas, do meio-dia e da planície. Adaga era uma arma carregada na cintura
usada no combate corpo a corpo ou como último recurso quando o soldado perdia as
outras armas. Tinha forma de uma foice e era muito afiada. Os Filisteus eram
matadores impiedosos, eles não tinham medo da morte adoravam beber cerveja e
eram bem menos toscos do que a Bíblia sugere. (Fonte: As maiores batalhas da
Bíblia – Super Interessante). Os filisteus combatiam contra Israel e os
israelitas puseram-se em fuga diante deles: muitos tombaram feridos de morte,
na montanha de Gilboa. Usavam lanças, espadas, arco e flecha, armaduras e
escudos.
Assírios-O
anjo do Senhor apareceu no campo dos assírios à noite e feriu 185 homens. No
dia seguinte pela manhã só havia cadáveres .Senaquerib, rei da Assíria ,
retirou-se, tomou o caminho de sua terra e deteve-se em Nineve. Os inventores
do exército profissional, com divisões especializadas e tropas que jamais se
desmobilizavam. Eles usavam estratégia nos combates e nas guerras, tais como: o
uso da retaguarda – era chamado zuk shepe, os guardas de infantaria formavam as
tropas de retaguarda do exército assírio no início do século 8 a.C., . Além de
escudos, feito de couro com acabamentos de bronze, a única proteção era o
capacete de ferro em forma de cone, para aliviar o impacto de golpes desferidos
de cima para baixo contra a cabeça.
A
violência militar assíria tinha legitimidade por meio da religião: a conquista
de territórios e riquezas era missão divina dos reis. Eles eram extremamente
agressivos e se vangloriavam de suas ações sangrentas, tinham no terror , na
atrocidade seus instrumentos de política externa. Um soberano assírio chamado
Salmanasar I (período de 1274 a 1.246 a.C.,), levou como escravos cerca de 14
mil soldados inimigos detonados, porém
para assegurar-se de que não seriam violentos e sim dóceis tratou de cegá-los. Linha
de Frente eram os soldados mais bem protegidos e portavam todos os apetrechos
de ataque e defesa, enquanto a infantaria por volta dos 700 a.C., os soldados
de infantaria passaram a proteger os pés quando usando calçados sandálias de
boxe. Os Selêucidas eram herdeiros do conquistador Alexandre, foram o último
povo a organizar suas forças armadas segundo a tradição militar grega. Em
1macabeus 8:17-18, Judas escolheu Eupólemo, filho de Acor, e Jasão, filho de
Eleazar, e os enviou a Roma para firmarem com eles um pacto de amizade e
colaboração. Deviam pedir que os romanos lhes tirassem o jugo, pois viam que o
reino dos gregos estava reduzindo Israel à servidão.
Usavam
nos combates, armaduras, capacete, espadas, Lanças e escudos, apetrechos muito
comuns nas batalhas de antanho. Os Romanos donos de um exército formidável, que
conquistou a Terra santa e esmagou os judeus entre os séculos 1 a.C., e 1 d.C.,.
Em Atos 28:17 – Paulo convocou os judeus mais notáveis. Estando reunidos,
disse-lhes, irmãos, sem .cometer nada contra o povo nem contra os costumes de
nosso País., foi preso em Jerusalém e entregue nas mãos dos romanos. Nos
combates usavam lanças, espadas, punhal, escudos, capacetes e armaduras. Era um
exército bem treinado belicamente e sempre venciam os seus adversários. E para
finalizar essa matéria sobre povos da antiguidade e que fizeram a história
vamos nos referir aos israelitas, eles passaram do povo seminômade mal
preparado para a guerra a uma força militar temida pelos oponentes.
Em
Samuel 17:53-54 voltando da perseguição os israelitas saquearam o acampamento dos
inimigos .Davi tomou a cabeça do filisteus e mandou levá-la para Jerusalém.
Conservou, porém, em sua própria tenda a armadura de Golias. Usavam a funda (
lançadora de pedra), Pedra, munição( andavam sempre cm as bolsas abarrotadas de
pedras) Eram bons nos movimentos e no impacto. David ou Davi em hebraico
querido, amado, no hebraico moderno Dávid foi o maior rei de Israel. A história
conta que Davi matou muita gente e era comparado a Hitler por muitos
historiadores. Um grande e importante homem tendo muitas glórias e dons na sua
vida, com o dom da música, da poesia e dos salmos, que o levou a fazer o maior
livro bíblico, o Livro dos Salmos. Mesmo com esses apetrechos e sendo rei não
os liberta da fúria que usava contra seus inimigos dizimando-os e, não foram
poucos. Como se nota a história do Antigo Testamente que teve como Deus
Nacional Jeová, a violência e os rios de sangue fizeram a história, por isso
Iaveh era conhecido como do “Deus dos Exércitos”, diferente do Deus pregado por
Jesus Cristo que era mais bondoso e complacente, visto que Cristo nunca o
nominou, visto que o chamava de Pai. Pense nisso!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA
ACI- DA ACE- DA AVSPE- DA UBT- DO PORTALCEN- DA AOUVIRCE E DA ALOMERCE.
Nenhum comentário:
Postar um comentário