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Espiritismo Redivivo

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

DE QUEM DEVEMOS TER MEDO

DE QUEM DEVEMOS TER MEDO





Analisando muito atentamente e sem dispensar o carinho necessário, passemos a ler, e interpretar o “Evangelho do dia- Ano B – dia: 11/072009, onde Matheus, fala de quem devemos ter medo, passagem da Bíblia, 10, 24-33”. Antes de colocarmos nossa opinião acerca do que narrou Matheus, vamos inserir in loco, nesta matéria para que os senhores entendam e possam julgar com mais critério. Primeiro queremos frisar que Jesus falava através de parábolas na maioria das vezes, e muita gente deixava de entender seus ensinamentos. Decorridos mais de 2.000 anos, ainda hoje, muitos pregadores o fazem de maneira errada, pois para eles, apenas a parte literal parece ser a mais correta, mesmo sem a retirara de pontos ou vírgulas.





“-Nenhum aluno é mais importante do que o seu professor, e nenhum empregado o é mais importante do que seu patrão. Portanto, o aluno deve ficar satisfeito em ser como o seu professor, e o empregado, em ser como o seu patrão. Se o chefe da família é chamado de Belzebu (bel. Ze. Bu). Um dos nomes de Satanás; Demônio e Diabo. Palavra derivado do hebraico ba’ alzebu’ senhor das moscas’. Também conhecido como berzabu, berzabum, berzebu, brazabum, barzabu, barzabum), então as pessoas dessa família serão xingadas de nomes piores ainda. – Portanto, não tenham medo de ninguém. Tudo o que está coberto vai ser descoberto; e tudo o que está escondido será conhecido. O que estou dizendo a vocês na escuridão repitam na luz do dia. E o que vocês ouviram em segredo anunciem abertamente.





Não tenham medo daqueles que matam o corpo, mas não pode matar a alma. Porém tenham medo de Deus, que pode destruir o inferno tanta alma como o corpo. Por acaso não é verdade que dois passarinhos são vendidos por algumas moedinhas? Porém nenhum deles cai no chão se o Pai de vocês não deixar que isso aconteça. Quanto a vocês, até os fios dos seus cabelos estão todos contados. Portanto, não tenham medo, pois vocês valem mais do muitos passarinhos. – Se uma pessoa afirma publicamente que pertence a mim, eu também, Dia do Juízo, afirmarei diante do meu Pai, que está no Céu, que ela pertence a mim.





“Mas, se uma pessoa disser publicamente que não pertence a mim, eu também, no dia do Juízo, direi diante do meu Pai, que está no Céu, que Ela não pertence a mim”. Em primeiro lugar, perguntaríamos aos estudiosos bíblicos se esta passagem reflete a transparência dos ensinamentos do Mestre Jesus, em sua magnitude? “-Nenhum aluno é mais importante do que o seu professor, e nenhum empregado o é mais importante do que seu patrão. Portanto, o aluno deve ficar satisfeito em ser como o seu professor, e o empregado, em ser como o seu patrão”. Na expressão escorreita da palavra, na interpretação humana toda frase deve ser vista com olhos do coração, se é que coração tem olho. Aqui, a interpretação não pode soar como superioridade humana, e sim intelectual, pois como humanos somos todos igualzinhos, desde o nosso nascimento. O orgulho não deve existir, mas hoje isso não acontece, pois o professor ocupa o patamar mais alto pela sua função, mas obrigatoriamente o professor não sabe mais que o aluno, que está a ouvi-lo atentamente, e ao primeiro deslize poderá ser corrigido por um aluno mais sagaz.





Usando as parábolas e tomarmos Jesus como mestre e professor suas conotações estão corretíssimas, visto que ele foi o único Espírito Puro a pisar neste orbe em que vivemos. “Portanto, o aluno deve ficar satisfeito em ser como o seu professor, e o empregado, em ser como o seu patrão”. A frase, o aluno deve ficar satisfeito em ser como o professor, e o empregado ser como o patrão tem um significado todo especial. Os ensinamentos em ser como o professor fica vaga, bem como ser como o patrão, visto que ninguém pode está inteirado da idoneidade de ninguém, principalmente daqueles com que lidamos no cotidiano diário, e o que vemos de patrão ruim não está escrito em nenhum gibi.





Considerando Jesus como professor é claro que de devemos ser como ele. Ter um patrão com Deus não existe coisa igual, mas mesmo assim, são grandes os números de pessoas que não acreditam na existência deles, principalmente os ateus. Já o agnóstico está relacionado à doutrina que considera impossível conhecer ou compreender, e, portanto discutir, a realidade das questões da metafísica ou da fé religiosa (embora admita existirem, como a existência de Deus), por não serem passíveis de análise e comprovação racional ou científica. Conceito (de Thomas H. Huxley) de que só o conhecimento adquirido e demonstrado racionalmente é admissível. Palavra de derivação inglesa agnosticism, e que se pode dizer que o agnosticismo, como atitude intelectual, tem duas vertentes. No terreno filosófico, consiste em negar qualquer possibilidade de conhecimento fora do terreno da ciência e do pensamento racional.





No terreno religioso, consiste não em negar a fé ou as afirmações nela baseadas, mas em negar que essa fé e essas afirmações tenham ou possam ter suporte racional. Em ambos os casos, o pensamento agnóstico se baseia na razão, na racionalidade e no conhecimento. Científico. No segundo caso, ao não negar a metafísica, a fé e os fenômenos supranaturais, está, racionalmente, deixando aberta a possibilidade de aceitá-los, se e quando explicáveis pela razão. O gnosticismo é o movimento religioso de caráter sincrético e esotérico, formado por seitas cristãs heterodoxas nos primeiros séculos do Cristianismo, e que buscava o conhecimento das verdades divinas e a rejeição da matéria. Qualquer tipo de busca do conhecimento das verdades divinas e transcendentes por meios heterodoxos e mágicos. Movimento religioso de caráter sincrético e esotérico, formado por seitas cristãs heterodoxas nos primeiros séculos do Cristianismo, e que buscava o conhecimento das verdades divinas e a rejeição da matéria ou qualquer tipo de busca do conhecimento das verdades divinas e transcendentes por meios heterodoxos e mágicos, com derivação francesa gnosticisme vai fruir como gnosticismo.





“Se o chefe da família é chamado de Belzebu (Bel. Ze. Bu)- “Um dos nomes de Satanás; Demônio e Diabo”. Palavra derivado do hebraico ba’ alzebu’ senhor das moscas’. Também conhecido como berzabu, berzabum, berzebu, brazabum, barzabu, barzabum”, então as pessoas dessa família serão xingadas (falar mal de uma pessoa) de nomes piores ainda”. – “Portanto, não tenham medo de ninguém” Tudo o que está coberto vai ser descoberto e tudo o que está escondido será conhecido, o que estou dizendo a vocês na escuridão repitam na luz do dia. E ‘o que vocês ouviram em segredo anunciem abertamente’. Na lógica tudo que está encoberto será descoberto, não tenham dúvidas, Diz o dito popular de que segredo não se conta. O que Jesus quis dizer na escuridão e repitam na luz? O segredo aqui é apenas um símbolo já que as pessoas não sabiam o que o Mestre iria dizer, e o que foi dito teria de ser contado, visto que os seus ensinamentos jamais poderiam estagnar.





Discordamos de Matheus quando usa essa frase: “pessoas dessa família serão xingadas de nomes piores ainda”. Jesus pelo seu bondoso coração jamais mandaria falar mal de quem quer que fosse, pois em seu coração não existe ressentimento, nem mágoa. Ele perdoou até aqueles que os condenaram a morte, quando afirmou em seu sofrimento na cruz. Pai perdoe-lhes, pois eles não sabem o que fazem. Concluindo queremos dizer que a palavra Metafísica aqui enunciada é o estudo das causas primárias e dos princípios elementares do conhecimento e do ser. A sutileza com que se discorre sobre algum assunto, tem derivação latina como muitas, metaphysica, e do grego metaphysiká. O que aqui inserido são opiniões do autor da matéria, pois usando seu livre-arbítrio julgou de jeito que se encontram os ensinamentos de Matheus 10, 24-33. Quero também reafirmar que nunca fui dono da verdade, mas sou filho dele. (Todos os grifos são nossos). Pensem nisso!





ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E DA AOUVIRCE

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Antonio Paiva Rodrigues

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