Meu nome é Antonio Paiva Rodrigues, nasci em Fortaleza, estado do Ceará - Sou Militar, Jornalista, Administrador de Empresas, Bacharel em Segurança Pública, espírita, escrevo poesias, crônicas, artigos e faço comentários de livros entre outros.
terça-feira, 23 de junho de 2009
A LEI DE MOISÉS
A LEI DE MOISÉS
A Lei de Moisés é mais conhecida por Pentateuco Mosaico, ou Lei de talião “dente por dente, olho por olho”. O Deus de Moisés, bem como de Abraão, Isaac e Jacó ficou na história como Jeová, Iaveh ou Javé, mas na realidade dos fatos foi assim chamado pelo Clã de Abrão como o Deus de Israel. Até nas palavras do Mestre Jesus vocês denotam a dureza deste Deus, que ficou conhecido como o Deus Guerreiro. Na filtração e na assimilação dos fatos as ocorrências inseridas na Lei Judaica ou Velho Testamento comprovam o que estamos reportando. Os antigos Gregos se inspiraram num provérbio, que ficou conhecido assim: “Três tipos de pessoas pagarão caro, perante o Tribunal do Altíssimo: os que não sabem e não perguntam; os que sabem e não ensinam; e os que ensinam e não praticam”. Achamos o termo grego muito duro e desconfortável para o ser humano atual, visto que toda regra tem exceção. Incluo neste rol os deficientes e os impossibilitados das mais variadas espécies que se encontram sem condições de exercerem este termo, ou este provérbio.
O homem imantado pelo egoísmo, pela ganância, pelo desamor, não poderão exercer tal mister, pois suas consciências vão se encontrar no ócio e adormecidas no coração de um ser hominal imperfeito. Uma pergunta que não quer calar vem sempre a nossa mente quando tocamos em assuntos religiosos. Será que existe pecado? “Alguns estudiosos, e teólogos principalmente, afirmam que o Pecado é inerente ao ser humano. Muito lógica esta afirmação, visto que somente ele neste mundo material é dotado de inteligência, ou será que querem imputar pecados aos animais irracionais? Porém, persistir em determinados pecados é multiplicá-los em gravidade. Para alguns o pecado e o uso da expressão, persistir em ‘determinados pecados’ seria a multiplicação deles. Queremos dar uma conotação de que a verdade vence tudo ou tudo vence, têm as suas exceções, pois a única verdade que vence tudo é a Divina. Gênesis, Êxodos, Levítico, Números e Deuteronômio foram os livros atribuídos a Moisés.
“Pentateuco é mais uma palavra de derivação grega cujo significado é “cinco rolos” ou ‘livros” e são os cincos que compõem a Bíblia judaica. Não sendo um Código Moderno será que seus ensinamentos servem para os dias atuais, visto que o Pentateuco é uma história de Israel que vai desde a criação do mundo até a morte de Moisés. Podemos afirmar que a autoria destes livros pode ser ou não de Moisés, pois ele narra a sua própria morte nos livros. Os livros do Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio, constituem a maioria do Pentateuco. Por esta razão os judeus o chamam “Lei” Ou “Tora”, pois ‘a vontade de Deus’ exprime a exprime. Mas, temos que mostrar que o Pentateuco não é um Código moderno de leis, nem um manual de histórias do povo de Israel. A Lei não é uma simples expressão da vontade de um povo organizado, e sim o fruto da aliança, a expressão da vontade de Deus a respeito do povo que ele elegeu. Lembrem-se de que o povo elegido por Ele foi o de Israel. Teria Moisés recebido estas Leis no Monte Sinai (Êxodos, Levítico e Números de 1 a 10) e nas estepes de Moab (Números 26 a 36 e Deuteronômio). Por isso a autoria do Pentateuco foi atribuída pela tradição judaica a Moisés.
Na própria Bíblia vemos a contradição quando um exame mais crítico mostra que no Pentateuco estão recolhidas tradições narrativas e legislativas que vão desde a época dos patriarcas (século XVIII a.C.,) até o tempo de Esdras (Século V a.C.,). Daí vem uma sigla com as letras J, E, D e P – que são tradições que “surgiram provavelmente” em torno de santuários denominados Javistas, Eloístas, Deuteronistas e Sacerdotal nos séculos X, IX, VII e VI a.C., e depois entraram na redação final do Pentateuco. A fonte Javista se caracteriza pelo nome de Javé e ocupa-se da formação e das origens do mundo, da humanidade e Israel. Além da história dos patriarcas, do êxodo do Egito, da peregrinação pelo deserto e termina com a morte de Moisés. Sua linguagem é concreta, imaginativa e o conceito de Deus é antropomórfico, isto é, Deus é alguém que age como homem, está próximo e convive com o homem (Cf. Gen 2-3).
O Eloísta designa Deus pelo nome de Eloim, reservando o nome Javé só para depois da revelação de Moisés (Ex 3). Fala dos patriarcas, do êxodo do Egito, na peregrinação pelo deserto, da teofania (palavra de derivação grega. theopháneia ou theophanía, relacionadas à manifestação de Deus em algum lugar, acontecimento ou pessoa) do Sinai e termina com a morte de Moisés. Tem gosto pelos sonhos e tendências à moralização. Sua concepção de Deus é mais espiritual, desde a necessidade de as figuras de intermediários, como anjos e profetas, ao falar da comunicação de Deus com o homem. A fonte Deuteronômica se restringe quase unicamente ao Deuteronômio e seu estilo é oratório, caracterizado por fórmulas estereotipadas (Que é sempre o mesmo, que não varia; invariável, fixo, inalterável), como “ouve Israel”, o “Senhor teu Deus” “o país onde corre leite e mel”. Insiste na centralização do culto em Jerusalém, na eleição gratuita de Israel e no amor de Deus. A fonte sacerdotal gosta de genealogias, cronologias, números e sua linguagem são repetitivos e monótonos. Sublinha claramente a transcendência e a soberania divina sobre a criação. Embora esteja presente em todo o Pentateuco, se identifica sobre tudo com o Levítico, onde se expressa de modo especial o seu marcado interesso pelo culto.
A redação final do Pentateuco aconteceu no século (V a.C.,) conservou estilo, o espírito e a teologia (palavra de derivação grega. theología, 'ciência dos deuses'. Corresponde ao estudo das questões referentes ao conhecimento da divindade, de seus atributos e relações com o mundo e com os homens, e à verdade religiosa, bem como do estudo racional dos textos sagrados, dos dogmas e das tradições do cristianismo e o tratado ou compêndio de teologia. O conjunto de conhecimentos relativos à teologia, ou que têm implicações com ela, ministrados em cursos ou nas respectivas faculdades) das tradições. Sem eliminar incongruências, alinhou narrativas duplas (como a criação: Gen 1,1-2,4ª e 2,4b-25) ou tríplices (como o episódio da mulher do patriarca: (Gen 12, 10-20; 20,1-18; 26, 7-11). Outras vezes, porém, o trabalho redacional foi maior, tornando-se difícil distinguir as fontes. O redator final conseguiu dar uma profunda unidade ao Pentateuco, marcadas pelos grandes temas da promessa da eleição, do amor , da fidelidade e da esperança, que ainda em nossas opiniões ainda não foram assimiladas pelo povo de Israel onde a beligerância predomina aliada a dominação e o desamor contra os palestinos.
O Pentateuco de Israel olha para o seu passado e descobre Deus como alguém que o elege e conduz; vive com ele e age em seu favor mesmo quando desobedece. Sente-se assim convidado a imitar a fidelidade ao Deus das promessas a exemplo de Abraão, Isaac e Moisés. Por isso as exigências do culto e da lei devem ser vistas como uma expressão do amor de Israel a Deus, sobre todas as coisas. Queríamos ainda apimentar tais situações colocando as interferências de Esdras e São Jerônimo na compilação da Bíblia. Do desrespeito de Moises com as Tábuas das Leis Divinas, pois decorridos 40 dias e quarenta noites de sua ausência e por estar bastante debilitado, seu próprio irmão deduzira que Moisés teria morrido. Resolveram então fazer uma reverência que não agradou Moisés e o Bezerro de ouro que foi construído e pelo exagero de vinho tomado por seus seguidores, Moisés em estado de raiva, dominado pelo ódio jogou as Tábuas para destruir o bezerro. Faltou com o devido respeito ao seu próprio Deus e depois ainda mandou executar como castigo 3.000 seres humanos que o acompanhavam, desobedecendo mais um mandamento que estava escrito: “Não Matarás” e ele sem dó e piedade dizimou 3.000 seguidores.
Pelo que vimos pelos relatos bíblicos à figura de Jeová não pode ser considerado como Deus Onisciente, Onipotente e Onipresente, pois além de ter sido antropomorfisado (Tendência para atribuir, ou a forma de pensamento que atribui formas ou características humanas a Deus, deuses, ou quaisquer outros entes naturais ou sobrenaturais. Na filosofia a aplicação a algum domínio da realidade (social, biológico, físico, etc.) de linguagem ou de conceitos próprios do homem ou do seu comportamento). Além do mais o Deus de Israel era dominador, não tinha complacência, não admitia derrotas e os derrotados eram punidos com a pena de morte e ainda hoje lá no território de Israel o amor não se instalou. A morte ronda a cidade todas as horas, o dia todo. Jesus embora tenha dito que não mudaria as Leis de Moisés, mudou-as, pois no seu íntimo estava implantado o amor e o perdão.
Pegou os dez mandamentos e reduziu a dois: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”. Jesus chama Deus de meu Pai diferente de seus antecessores e o Deus Pai Todo Poderoso era mais bondoso, carinhoso, contemplativo e se compadecia do sofrimento dos outros. Ele pode tudo, mas pelo livre-arbítrio, a inteligência e mais o instinto deixou que o homem escolhesse sua personalidade e maneira de viver. Ele não interfere na vida dos homens, tanto é que poderia ter evitado o sofrimento e morte de seu filho amado, mas a destinação de Jesus era aquela e o Pai jamais iria derrogar suas próprias leis. Em Matheus 5,17-19; Jesus diz: “não pensem que eu vim para acabar com a Lei de Moisés ou com os ensinamentos dos profetas. Não vim para acabar com eles, mas para dar o seu sentido completo. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: enquanto o Céu e a terra durarem, nada será tirado da Lei. – Nem a menor letra, nem qualquer acento. E assim será até os fins de todas as coisas. Portanto, qualquer um que desobedecer ao menor mandamento e ensinar os outros a fazerem o mesmo será considerado o menor no Reino do Céu. Por outro lado, quem obedecer à Lei e ensinar os outros a fazerem o mesmo será considerado grande no Reino do Céu. Pois eu afirmo a vocês que só entrarão no Reino do Céu se forem mais fiéis em fazer a vontade de Deus do que os mestres da Lei e os Fariseus.
Que somos nós para julgarmos estas lindas palavras de Jesus, mas ele mesmo afirmou que todos nós seremos salvos, mas cedo ou mais tarde, pelo arrependimento, pelo perdão. Perdão para Jesus tem muito a ver com as atitudes erradas do homem, pois aqueles que amavam o Mestre não se envergonhavam diante do perdão. Jesus quando perdoava as pessoas que se inseriam no erro sempre tinha uma expressão bem condizente com sua atribuída pelo Pai Maior. Esta frase de Jesus ficou conhecida para sempre: “Aquele que não tiver pecado que atire a primeira pedra”, referindo-se a multidão que queria linchar uma mulher adúltera.
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-DA ALOMERCE E DA AOUVIR/CE.
A Lei de Moisés é mais conhecida por Pentateuco Mosaico, ou Lei de talião “dente por dente, olho por olho”. O Deus de Moisés, bem como de Abraão, Isaac e Jacó ficou na história como Jeová, Iaveh ou Javé, mas na realidade dos fatos foi assim chamado pelo Clã de Abrão como o Deus de Israel. Até nas palavras do Mestre Jesus vocês denotam a dureza deste Deus, que ficou conhecido como o Deus Guerreiro. Na filtração e na assimilação dos fatos as ocorrências inseridas na Lei Judaica ou Velho Testamento comprovam o que estamos reportando. Os antigos Gregos se inspiraram num provérbio, que ficou conhecido assim: “Três tipos de pessoas pagarão caro, perante o Tribunal do Altíssimo: os que não sabem e não perguntam; os que sabem e não ensinam; e os que ensinam e não praticam”. Achamos o termo grego muito duro e desconfortável para o ser humano atual, visto que toda regra tem exceção. Incluo neste rol os deficientes e os impossibilitados das mais variadas espécies que se encontram sem condições de exercerem este termo, ou este provérbio.
O homem imantado pelo egoísmo, pela ganância, pelo desamor, não poderão exercer tal mister, pois suas consciências vão se encontrar no ócio e adormecidas no coração de um ser hominal imperfeito. Uma pergunta que não quer calar vem sempre a nossa mente quando tocamos em assuntos religiosos. Será que existe pecado? “Alguns estudiosos, e teólogos principalmente, afirmam que o Pecado é inerente ao ser humano. Muito lógica esta afirmação, visto que somente ele neste mundo material é dotado de inteligência, ou será que querem imputar pecados aos animais irracionais? Porém, persistir em determinados pecados é multiplicá-los em gravidade. Para alguns o pecado e o uso da expressão, persistir em ‘determinados pecados’ seria a multiplicação deles. Queremos dar uma conotação de que a verdade vence tudo ou tudo vence, têm as suas exceções, pois a única verdade que vence tudo é a Divina. Gênesis, Êxodos, Levítico, Números e Deuteronômio foram os livros atribuídos a Moisés.
“Pentateuco é mais uma palavra de derivação grega cujo significado é “cinco rolos” ou ‘livros” e são os cincos que compõem a Bíblia judaica. Não sendo um Código Moderno será que seus ensinamentos servem para os dias atuais, visto que o Pentateuco é uma história de Israel que vai desde a criação do mundo até a morte de Moisés. Podemos afirmar que a autoria destes livros pode ser ou não de Moisés, pois ele narra a sua própria morte nos livros. Os livros do Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio, constituem a maioria do Pentateuco. Por esta razão os judeus o chamam “Lei” Ou “Tora”, pois ‘a vontade de Deus’ exprime a exprime. Mas, temos que mostrar que o Pentateuco não é um Código moderno de leis, nem um manual de histórias do povo de Israel. A Lei não é uma simples expressão da vontade de um povo organizado, e sim o fruto da aliança, a expressão da vontade de Deus a respeito do povo que ele elegeu. Lembrem-se de que o povo elegido por Ele foi o de Israel. Teria Moisés recebido estas Leis no Monte Sinai (Êxodos, Levítico e Números de 1 a 10) e nas estepes de Moab (Números 26 a 36 e Deuteronômio). Por isso a autoria do Pentateuco foi atribuída pela tradição judaica a Moisés.
Na própria Bíblia vemos a contradição quando um exame mais crítico mostra que no Pentateuco estão recolhidas tradições narrativas e legislativas que vão desde a época dos patriarcas (século XVIII a.C.,) até o tempo de Esdras (Século V a.C.,). Daí vem uma sigla com as letras J, E, D e P – que são tradições que “surgiram provavelmente” em torno de santuários denominados Javistas, Eloístas, Deuteronistas e Sacerdotal nos séculos X, IX, VII e VI a.C., e depois entraram na redação final do Pentateuco. A fonte Javista se caracteriza pelo nome de Javé e ocupa-se da formação e das origens do mundo, da humanidade e Israel. Além da história dos patriarcas, do êxodo do Egito, da peregrinação pelo deserto e termina com a morte de Moisés. Sua linguagem é concreta, imaginativa e o conceito de Deus é antropomórfico, isto é, Deus é alguém que age como homem, está próximo e convive com o homem (Cf. Gen 2-3).
O Eloísta designa Deus pelo nome de Eloim, reservando o nome Javé só para depois da revelação de Moisés (Ex 3). Fala dos patriarcas, do êxodo do Egito, na peregrinação pelo deserto, da teofania (palavra de derivação grega. theopháneia ou theophanía, relacionadas à manifestação de Deus em algum lugar, acontecimento ou pessoa) do Sinai e termina com a morte de Moisés. Tem gosto pelos sonhos e tendências à moralização. Sua concepção de Deus é mais espiritual, desde a necessidade de as figuras de intermediários, como anjos e profetas, ao falar da comunicação de Deus com o homem. A fonte Deuteronômica se restringe quase unicamente ao Deuteronômio e seu estilo é oratório, caracterizado por fórmulas estereotipadas (Que é sempre o mesmo, que não varia; invariável, fixo, inalterável), como “ouve Israel”, o “Senhor teu Deus” “o país onde corre leite e mel”. Insiste na centralização do culto em Jerusalém, na eleição gratuita de Israel e no amor de Deus. A fonte sacerdotal gosta de genealogias, cronologias, números e sua linguagem são repetitivos e monótonos. Sublinha claramente a transcendência e a soberania divina sobre a criação. Embora esteja presente em todo o Pentateuco, se identifica sobre tudo com o Levítico, onde se expressa de modo especial o seu marcado interesso pelo culto.
A redação final do Pentateuco aconteceu no século (V a.C.,) conservou estilo, o espírito e a teologia (palavra de derivação grega. theología, 'ciência dos deuses'. Corresponde ao estudo das questões referentes ao conhecimento da divindade, de seus atributos e relações com o mundo e com os homens, e à verdade religiosa, bem como do estudo racional dos textos sagrados, dos dogmas e das tradições do cristianismo e o tratado ou compêndio de teologia. O conjunto de conhecimentos relativos à teologia, ou que têm implicações com ela, ministrados em cursos ou nas respectivas faculdades) das tradições. Sem eliminar incongruências, alinhou narrativas duplas (como a criação: Gen 1,1-2,4ª e 2,4b-25) ou tríplices (como o episódio da mulher do patriarca: (Gen 12, 10-20; 20,1-18; 26, 7-11). Outras vezes, porém, o trabalho redacional foi maior, tornando-se difícil distinguir as fontes. O redator final conseguiu dar uma profunda unidade ao Pentateuco, marcadas pelos grandes temas da promessa da eleição, do amor , da fidelidade e da esperança, que ainda em nossas opiniões ainda não foram assimiladas pelo povo de Israel onde a beligerância predomina aliada a dominação e o desamor contra os palestinos.
O Pentateuco de Israel olha para o seu passado e descobre Deus como alguém que o elege e conduz; vive com ele e age em seu favor mesmo quando desobedece. Sente-se assim convidado a imitar a fidelidade ao Deus das promessas a exemplo de Abraão, Isaac e Moisés. Por isso as exigências do culto e da lei devem ser vistas como uma expressão do amor de Israel a Deus, sobre todas as coisas. Queríamos ainda apimentar tais situações colocando as interferências de Esdras e São Jerônimo na compilação da Bíblia. Do desrespeito de Moises com as Tábuas das Leis Divinas, pois decorridos 40 dias e quarenta noites de sua ausência e por estar bastante debilitado, seu próprio irmão deduzira que Moisés teria morrido. Resolveram então fazer uma reverência que não agradou Moisés e o Bezerro de ouro que foi construído e pelo exagero de vinho tomado por seus seguidores, Moisés em estado de raiva, dominado pelo ódio jogou as Tábuas para destruir o bezerro. Faltou com o devido respeito ao seu próprio Deus e depois ainda mandou executar como castigo 3.000 seres humanos que o acompanhavam, desobedecendo mais um mandamento que estava escrito: “Não Matarás” e ele sem dó e piedade dizimou 3.000 seguidores.
Pelo que vimos pelos relatos bíblicos à figura de Jeová não pode ser considerado como Deus Onisciente, Onipotente e Onipresente, pois além de ter sido antropomorfisado (Tendência para atribuir, ou a forma de pensamento que atribui formas ou características humanas a Deus, deuses, ou quaisquer outros entes naturais ou sobrenaturais. Na filosofia a aplicação a algum domínio da realidade (social, biológico, físico, etc.) de linguagem ou de conceitos próprios do homem ou do seu comportamento). Além do mais o Deus de Israel era dominador, não tinha complacência, não admitia derrotas e os derrotados eram punidos com a pena de morte e ainda hoje lá no território de Israel o amor não se instalou. A morte ronda a cidade todas as horas, o dia todo. Jesus embora tenha dito que não mudaria as Leis de Moisés, mudou-as, pois no seu íntimo estava implantado o amor e o perdão.
Pegou os dez mandamentos e reduziu a dois: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”. Jesus chama Deus de meu Pai diferente de seus antecessores e o Deus Pai Todo Poderoso era mais bondoso, carinhoso, contemplativo e se compadecia do sofrimento dos outros. Ele pode tudo, mas pelo livre-arbítrio, a inteligência e mais o instinto deixou que o homem escolhesse sua personalidade e maneira de viver. Ele não interfere na vida dos homens, tanto é que poderia ter evitado o sofrimento e morte de seu filho amado, mas a destinação de Jesus era aquela e o Pai jamais iria derrogar suas próprias leis. Em Matheus 5,17-19; Jesus diz: “não pensem que eu vim para acabar com a Lei de Moisés ou com os ensinamentos dos profetas. Não vim para acabar com eles, mas para dar o seu sentido completo. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: enquanto o Céu e a terra durarem, nada será tirado da Lei. – Nem a menor letra, nem qualquer acento. E assim será até os fins de todas as coisas. Portanto, qualquer um que desobedecer ao menor mandamento e ensinar os outros a fazerem o mesmo será considerado o menor no Reino do Céu. Por outro lado, quem obedecer à Lei e ensinar os outros a fazerem o mesmo será considerado grande no Reino do Céu. Pois eu afirmo a vocês que só entrarão no Reino do Céu se forem mais fiéis em fazer a vontade de Deus do que os mestres da Lei e os Fariseus.
Que somos nós para julgarmos estas lindas palavras de Jesus, mas ele mesmo afirmou que todos nós seremos salvos, mas cedo ou mais tarde, pelo arrependimento, pelo perdão. Perdão para Jesus tem muito a ver com as atitudes erradas do homem, pois aqueles que amavam o Mestre não se envergonhavam diante do perdão. Jesus quando perdoava as pessoas que se inseriam no erro sempre tinha uma expressão bem condizente com sua atribuída pelo Pai Maior. Esta frase de Jesus ficou conhecida para sempre: “Aquele que não tiver pecado que atire a primeira pedra”, referindo-se a multidão que queria linchar uma mulher adúltera.
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-DA ALOMERCE E DA AOUVIR/CE.
DOGMAS
DOGMAS
Dogma palavra conhecida nos meios religiosos, mas infelizmente poucas pessoas sabem o seu significado ou sua sinonímia. Poderíamos enunciar diversos significados para esta palavra que tem derivação latina - dogma, atis e do grego - dogma, atos, ‘decisão’. Também pode assumir um ponto fundamental e indiscutível duma doutrina religiosa, e, parte exteriorizada de qualquer doutrina ou sistema religioso. Na Igreja Católica Apostólica Romana, ponto de doutrina já por ela definido como expressão legítima e necessária de sua fé. Na sua acepção original grega e latina significava uma convicção, um pensamento firme e decidido. Posteriormente a palavra passou a significar verdades indiscutíveis de uma doutrina religiosa. O Dicionário Aurélio o define como “ponto fundamental e indiscutível duma doutrina religiosa e, por extensão, de qualquer sistema ou doutrina”. Já a Enciclopédia e Dicionário Internacional W. M. Jackson caracteriza-o como “artigo de crença religiosa ensinado com autoridade e dado como sendo de uma certeza absoluta”. (grifo nosso). O dogma, considerado imparcialmente, constitui desafio e castigo simultâneos. Desafio à inteligência investigativa e construtiva, para que se dilate no mundo a noção do Universo Infinito, e castigo às mentes ociosas que renunciam levianamente ao dom de pensar e decidir por si mesmas as questões sagradas do destino.
Em 325, no Concílio de Nicéia, hoje uma cidade Turca, 318 bispos reuniram-se para debater as mais diversificadas questões concernentes à Igreja, tais como o dogma da Trindade, o Credo dos Apóstolos e a expulsão do primeiro herege famoso e de peso, chamado de Ário de Alexandria. (grifo nosso). Em 1264, o Papa Urbano IV institui a festividade de “Corpus Christi” e a respectiva Oitava, fundamentando-se em uma revelação obtida pela freira Juliana de Liége (mediunidade). Com isso teve início a evolução da doutrina conhecida como “Eucaristia”. Festividade muito comemorada pelos católicos e o dia considerado feriado em todo Brasil, no dia 11 de junho. Os dogmas são conceitos humanos e normalmente atribuídos aos Papas no Vaticano. Para os hebreus, o dom de Deus era o dom do Espírito Santo, isto é, a inspiração, o amparo, o concurso de bons Espíritos, coisas que Deus concede a todo homem cujo coração o encaminha para Ele e que se mostra pronto a receber seus ensinos, seus benefícios.
O dom de Deus é a assistência, a inspiração, o amparo, o concurso dos bons Espíritos, que o homem recebe consciente ou inconscientemente e que lhe abrem ao Espírito, a inteligência e ao coração as sendas do progresso e o encaminham para a perfeição. O que chamais de inspiração, o gênio da ciência e da caridade, e que o homem, na sua ignorância e no seu orgulho, atribui exclusivamente a si mesmo, é o “dom de Deus”. Algumas religiões que discriminam a Doutrina Espírita afirmando que os espíritas ou espiritistas conversam com os mortos, respondemos para os neófitos que o “telefone” toca de lá para cá e não de “cá para lá”. Inclusive se os curiosos ao lerem em Deuteronômio 18:9-11 notarão que algumas Bíblias já trazem o nome Espiritismo como se este tivesse surgido naquele tempo. Nem se cogitava essa nomenclatura, ela surgiu em 1857 com Allan Kardec. Esquecem os críticos que na Necromancia que é um modo astucioso de fazer adivinhação pela evocação dos espíritos. No Espiritismo esta prática inexiste. Saul consulta aos mortos ao procurar a feiticeira de Endor (1 Sm 28:8). (grifo nosso).
“A Necromancia é a forma de adivinhar ou adivinhação pelo exame das linhas da palma das mãos. Quiromantes da Idade Média procuravam na Bíblia apoio para a sua arte. Apresentam versículos tais como: ‘ele sela as mãos de todo o homem, para que conheçam todos os homens a sua obra”, e:” Aumento de dias há na sua mão direita; na sua esquerda, riquezas e honra” (Jô 37:7; provérbios 3:16). As protuberâncias, ou montes, da mão, foram também levados em conta, pois se pensava que representavam os planetas e, portanto, revelavam algo a respeito do indivíduo e seu futuro. A televisão mostra os “trabalhos” de “feiticeiros” e “adivinhos” como Mãe Dinah, Leiloca Connection, Pai Molenga, Walter Mercado (Vulgo “Ligue Djá”), Irmã Jurema, Irmã Sara e outros “futurólogos”. (grifo nosso). Queremos fortalecer nossos pensamentos de que o futuro só a Deus pertence. Estas conotações são de Jeovah Mendes conferencista e articulista da história secular e religiosa. Jeová escreveu vários livros, entre eles: “Curiosidades da Bíblia e da História: de Adão aos nossos dias”. Muito bom por sinal.
Existem muitos dogmas criados pelos Papas e se fôssemos enumerar todos não disporíamos de espaço suficiente. Só se escrevêssemos um livro contando todas as nuanças dos dogmas e dos Concílios que deram origem a estes, mas para não passarmos em branco vamos citar o que diz que o “Sinal da Cruz” - foi copiado pela Igreja Católica dos antigos caldeus e egípcios para espantar segundo ela, os demônios. Em 1219, o Papa Gregório IX toma a decisão de proibir, no Concílio de Toulosa, a leitura da Bíblia pelos leigos. Em 1414, o Concílio de Constança estabelece a proibição de que se dê, aos leigos, o Cálice na Santa Ceia. Por isso, o fiel católico romano passou a comungar numa só espécie: a hóstia, simulacro do pão. (grifo nosso). Nesse mesmo Concílio, o Padre João Huss, por discordar do Papa, foi transformado num herege e conduzido a fogueira. Este dogma continua até os dias atuais.
Os dogmas estão aí todos oriundos das invenções e das imperfeições humanas, acreditem se quiser, mas a história não falha. Fica na crença de cada um, pois não temos o direito de discriminar ninguém, visto que como afirmamos, o homem tem o seu livre-arbítrio dado por Deus e só Ele pode dizer se (A) ou (B) estão praticando suas crenças voltadas para o amor, para o perdão e a caridade. Pensem nisso!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-DA ALOMERCE E DA AOUVIR/CE
Dogma palavra conhecida nos meios religiosos, mas infelizmente poucas pessoas sabem o seu significado ou sua sinonímia. Poderíamos enunciar diversos significados para esta palavra que tem derivação latina - dogma, atis e do grego - dogma, atos, ‘decisão’. Também pode assumir um ponto fundamental e indiscutível duma doutrina religiosa, e, parte exteriorizada de qualquer doutrina ou sistema religioso. Na Igreja Católica Apostólica Romana, ponto de doutrina já por ela definido como expressão legítima e necessária de sua fé. Na sua acepção original grega e latina significava uma convicção, um pensamento firme e decidido. Posteriormente a palavra passou a significar verdades indiscutíveis de uma doutrina religiosa. O Dicionário Aurélio o define como “ponto fundamental e indiscutível duma doutrina religiosa e, por extensão, de qualquer sistema ou doutrina”. Já a Enciclopédia e Dicionário Internacional W. M. Jackson caracteriza-o como “artigo de crença religiosa ensinado com autoridade e dado como sendo de uma certeza absoluta”. (grifo nosso). O dogma, considerado imparcialmente, constitui desafio e castigo simultâneos. Desafio à inteligência investigativa e construtiva, para que se dilate no mundo a noção do Universo Infinito, e castigo às mentes ociosas que renunciam levianamente ao dom de pensar e decidir por si mesmas as questões sagradas do destino.
Em 325, no Concílio de Nicéia, hoje uma cidade Turca, 318 bispos reuniram-se para debater as mais diversificadas questões concernentes à Igreja, tais como o dogma da Trindade, o Credo dos Apóstolos e a expulsão do primeiro herege famoso e de peso, chamado de Ário de Alexandria. (grifo nosso). Em 1264, o Papa Urbano IV institui a festividade de “Corpus Christi” e a respectiva Oitava, fundamentando-se em uma revelação obtida pela freira Juliana de Liége (mediunidade). Com isso teve início a evolução da doutrina conhecida como “Eucaristia”. Festividade muito comemorada pelos católicos e o dia considerado feriado em todo Brasil, no dia 11 de junho. Os dogmas são conceitos humanos e normalmente atribuídos aos Papas no Vaticano. Para os hebreus, o dom de Deus era o dom do Espírito Santo, isto é, a inspiração, o amparo, o concurso de bons Espíritos, coisas que Deus concede a todo homem cujo coração o encaminha para Ele e que se mostra pronto a receber seus ensinos, seus benefícios.
O dom de Deus é a assistência, a inspiração, o amparo, o concurso dos bons Espíritos, que o homem recebe consciente ou inconscientemente e que lhe abrem ao Espírito, a inteligência e ao coração as sendas do progresso e o encaminham para a perfeição. O que chamais de inspiração, o gênio da ciência e da caridade, e que o homem, na sua ignorância e no seu orgulho, atribui exclusivamente a si mesmo, é o “dom de Deus”. Algumas religiões que discriminam a Doutrina Espírita afirmando que os espíritas ou espiritistas conversam com os mortos, respondemos para os neófitos que o “telefone” toca de lá para cá e não de “cá para lá”. Inclusive se os curiosos ao lerem em Deuteronômio 18:9-11 notarão que algumas Bíblias já trazem o nome Espiritismo como se este tivesse surgido naquele tempo. Nem se cogitava essa nomenclatura, ela surgiu em 1857 com Allan Kardec. Esquecem os críticos que na Necromancia que é um modo astucioso de fazer adivinhação pela evocação dos espíritos. No Espiritismo esta prática inexiste. Saul consulta aos mortos ao procurar a feiticeira de Endor (1 Sm 28:8). (grifo nosso).
“A Necromancia é a forma de adivinhar ou adivinhação pelo exame das linhas da palma das mãos. Quiromantes da Idade Média procuravam na Bíblia apoio para a sua arte. Apresentam versículos tais como: ‘ele sela as mãos de todo o homem, para que conheçam todos os homens a sua obra”, e:” Aumento de dias há na sua mão direita; na sua esquerda, riquezas e honra” (Jô 37:7; provérbios 3:16). As protuberâncias, ou montes, da mão, foram também levados em conta, pois se pensava que representavam os planetas e, portanto, revelavam algo a respeito do indivíduo e seu futuro. A televisão mostra os “trabalhos” de “feiticeiros” e “adivinhos” como Mãe Dinah, Leiloca Connection, Pai Molenga, Walter Mercado (Vulgo “Ligue Djá”), Irmã Jurema, Irmã Sara e outros “futurólogos”. (grifo nosso). Queremos fortalecer nossos pensamentos de que o futuro só a Deus pertence. Estas conotações são de Jeovah Mendes conferencista e articulista da história secular e religiosa. Jeová escreveu vários livros, entre eles: “Curiosidades da Bíblia e da História: de Adão aos nossos dias”. Muito bom por sinal.
Existem muitos dogmas criados pelos Papas e se fôssemos enumerar todos não disporíamos de espaço suficiente. Só se escrevêssemos um livro contando todas as nuanças dos dogmas e dos Concílios que deram origem a estes, mas para não passarmos em branco vamos citar o que diz que o “Sinal da Cruz” - foi copiado pela Igreja Católica dos antigos caldeus e egípcios para espantar segundo ela, os demônios. Em 1219, o Papa Gregório IX toma a decisão de proibir, no Concílio de Toulosa, a leitura da Bíblia pelos leigos. Em 1414, o Concílio de Constança estabelece a proibição de que se dê, aos leigos, o Cálice na Santa Ceia. Por isso, o fiel católico romano passou a comungar numa só espécie: a hóstia, simulacro do pão. (grifo nosso). Nesse mesmo Concílio, o Padre João Huss, por discordar do Papa, foi transformado num herege e conduzido a fogueira. Este dogma continua até os dias atuais.
Os dogmas estão aí todos oriundos das invenções e das imperfeições humanas, acreditem se quiser, mas a história não falha. Fica na crença de cada um, pois não temos o direito de discriminar ninguém, visto que como afirmamos, o homem tem o seu livre-arbítrio dado por Deus e só Ele pode dizer se (A) ou (B) estão praticando suas crenças voltadas para o amor, para o perdão e a caridade. Pensem nisso!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-DA ALOMERCE E DA AOUVIR/CE
O MEDO ATORMENTA
O MEDO ATORMENTA
A palavra medo é uma derivação latina de metu que representa um sentimento de grande inquietação ante a noção de um perigo real ou imaginário, de uma ameaça; susto, pavor, temor, terror. O jornal O Povo em sua edição de 25 de maio de 2009, traz como manchete principal a violência urbana com inserção da frase: “crianças expostas ao medo”. Diríamos de antemão que não só as crianças estão expostas ao medo, mas toda a população do Estado e quiçá do Brasil. “O entendimento de que existe gente disposta a fazer mal a outra, cada vez mais cedo e de forma mais dramática ao universo das crianças, o matutino epigrafado inicia uma série mostrando histórias de crianças que crescem sob a influência da violência urbana, um trauma que atinge pais e filhos”.
“Numa sociedade cada vez mais assustada, o diálogo e o apoio continuam sendo a melhor saída”. Sobre a designação da palavra medo encontramos no dicionário do Aurélio as seguintes conotações: “a medo, timidamente, hesitantemente; não ter medo de careta(s), não se amedrontar com ameaças. Pelar-se de medo, ter um medo que se péla, ter medo da própria sombra, assustar-se ou apavorar-se por qualquer motivo, ter medo excessivo; pelar-se de medo. Infelizmente nós seres humanos estamos inseridos neste teatro do medo. Ele apavora, consterna causas depressões e a velha síndrome do pânico e o real é que muita gente não quer mais sair de dentro de casa como receio da violência.
É uma situação que devemos enfrentar, pois nem dentro de casa temos a segurança necessária. Referindo-nos a uma indagação sobre a maioridade das crianças tivemos que responder o que achávamos e num piscar de olhos tivemos a ideia e colocamos o nosso pensamento a respeito do caso. Uma indagação difícil para uma resposta inteligente. A partir de qual idade o menor deve responder por seus atos? Partindo-se da premissa que a sociedade é egoísta, materialista e que não leva em conta o amor, a caridade e o perdão, esta trindade se inserida nos lares com certeza a qualidade de vida seria muito melhor e o comportamento humano mais agradável. Os pais e a família têm papel preponderante na educação desses jovens.
Por que os menores matam? Além do ócio, da falta de cuidado de determinadas famílias, dos aproveitadores, dos responsáveis pela pobreza e pela miséria, estes seres estão totalmente esquecidos pelos órgãos responsáveis pela educação. A Constituição Brasileira é rasgada pisoteada todos os dias, enquanto o ápice da pirâmide cresce, a base se multiplica. A disparidade social no Brasil é geênica demais. Até nas escolas os intrusos fazem o que querem e ninguém de sã consciência toma providências. A situação do Brasil é dolorosa e preocupante. Precisamos urgentemente de uma reforma íntima em todos os sentidos. A realidade é que o homem esqueceu que Deus existe, esqueceu daquele que veio pregar o amor e paz e foi crucificado. As religiões aderiram ao capitalismo e estão perdendo suas finalidades. A única solução seria espiritualizar o homem, mostrar-lhe que a vida é importante, e que sem amor ninguém vive, e ele dever ser compartilhado. No Brasil tudo pode, é o País do Tudo e do Nada.
Dizem que Deus criou o homem a sua imagem e semelhança não acreditamos, pois Deus é divino é partidário do amor e o ser humano está longe disto, e além do mais não quer assimilar o amor, nem respeitar seu semelhante. Como medida urgente ou como solução paliativa seria de bom alvitre a retirada das ruas de todos menores e adolescentes infratores. Dá-lhes a educação para uma vida melhor. O ser humano pode ser educado em três fases: de zero a sete anos, dos sete aos 14 e dos 14 aos vinte e um anos. O menor de idade deveria passar por um teste psicológico para se saber o seu grau de inteligência ou assimilação ou de periculosidade, mas isto não acontece nas escolas. Um ser humano a partir dos 14 anos já sabe tranquilamente o que quer da vida. Se ele mata sabe que tirou uma vida e deve responder por isso. Vejam que há milênios as meninas casavam muito novas, no desabrochar dos seus 14 ou 15 anos.
Sou a favor da maioridade aos 14 ou em última hipótese aos 16 anos, visto que a consciência já está bem formada e se o cometimento de uma falta grave não receber a punição devida à situação da violência não sofrerá solução de continuidade. O menor infrator de um jeito ou de outro deve responder por seus crimes. Em outros países, principalmente os de primeiro mundo, menores são punidos exemplarmente por suas faltas. Aqui isto não acontece porque muitas famílias de grande posse, de médio também não querem passar por dissabores de ver suas crias num reformatório pagando pelos pecados que cometidos. Deem a educação que as crianças merecem e a situação em nosso país se reverterá. O problema crucial é que as autoridades ainda não mediram como deviam as consequências que uma família passa por ter um ente querido retirado do seio familiar vitimado por atos inconcebíveis praticados por menores desocupados.
Menores infratores que na maioria das vezes agem sob o efeito de droga, principalmente o crack, deveriam ter uma assistência maior por parte dos órgãos responsáveis pela criança e adolescente. O governo de São Paulo diz que a lição vem da escola. Governo paulista indica e depois recolhe livro obsceno, colocando em dúvida critérios de seleção. A Secretaria de Educação deste estado recolheu o livro “dez na área, um na banheira e ninguém no Gol” que estava na lista de leitura complementar para os estudantes da terceira série do ensino fundamental – crianças de nove anos, em média. A decisão foi tomada porque descobriram que a publicação reforça estereótipos, usa palavrões e faz referencias à sexualidade e ao tráfico de drogas. Pode Freud? Vêm o governo com a desculpa que à distribuição foi pequena, apenas 1.216 cópias.
Já no mês de março de 2009, outra falha grave – 500 mil cópias de uma cartilha circulavam com um mapa da América Latina sem o Equador e com dois Paraguais. Quem seria o culpado por esta horrenda atitude governador José Serra? Os professores, diretores, secretários de Educação do município e do Estado que aprovaram e adotaram este tipo de revista. Cabe ao governo adotar providências e descobrir a origem desta imoralidade. A verdade ninguém quer aceitar a educação de antigamente por ser mais rigorosa não tinha o viés da violência que tem hoje. Os menores eram mais pacatos, as brincadeiras mais saudáveis. Com o aumento da tecnologia novos aparatos foram colocados a disposição da gurizada. Jogos violentos, gibis, seriados televisivos violentos, uso indevido da internet, o aumento do consumo do álcool, a expansão da pornografia são vetores negativos que contribuíram para a atual situação e ainda vem o Código de Defesa da Infância e da Adolescência para acabar com o meio que os pais dispunham a força educacional. A força educacional não está relacionada ao exagero nem a violência e sim ao respeito, e é de bom alvitre usar esta força e ter filhos educados, do que afrouxar a guarda e lamentar a deseducação dos mesmos tornando-os presas fáceis aos indutores da violência, da desgraça e da perdição humana. Pensem Nisso!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E DA ALOMERCE
A palavra medo é uma derivação latina de metu que representa um sentimento de grande inquietação ante a noção de um perigo real ou imaginário, de uma ameaça; susto, pavor, temor, terror. O jornal O Povo em sua edição de 25 de maio de 2009, traz como manchete principal a violência urbana com inserção da frase: “crianças expostas ao medo”. Diríamos de antemão que não só as crianças estão expostas ao medo, mas toda a população do Estado e quiçá do Brasil. “O entendimento de que existe gente disposta a fazer mal a outra, cada vez mais cedo e de forma mais dramática ao universo das crianças, o matutino epigrafado inicia uma série mostrando histórias de crianças que crescem sob a influência da violência urbana, um trauma que atinge pais e filhos”.
“Numa sociedade cada vez mais assustada, o diálogo e o apoio continuam sendo a melhor saída”. Sobre a designação da palavra medo encontramos no dicionário do Aurélio as seguintes conotações: “a medo, timidamente, hesitantemente; não ter medo de careta(s), não se amedrontar com ameaças. Pelar-se de medo, ter um medo que se péla, ter medo da própria sombra, assustar-se ou apavorar-se por qualquer motivo, ter medo excessivo; pelar-se de medo. Infelizmente nós seres humanos estamos inseridos neste teatro do medo. Ele apavora, consterna causas depressões e a velha síndrome do pânico e o real é que muita gente não quer mais sair de dentro de casa como receio da violência.
É uma situação que devemos enfrentar, pois nem dentro de casa temos a segurança necessária. Referindo-nos a uma indagação sobre a maioridade das crianças tivemos que responder o que achávamos e num piscar de olhos tivemos a ideia e colocamos o nosso pensamento a respeito do caso. Uma indagação difícil para uma resposta inteligente. A partir de qual idade o menor deve responder por seus atos? Partindo-se da premissa que a sociedade é egoísta, materialista e que não leva em conta o amor, a caridade e o perdão, esta trindade se inserida nos lares com certeza a qualidade de vida seria muito melhor e o comportamento humano mais agradável. Os pais e a família têm papel preponderante na educação desses jovens.
Por que os menores matam? Além do ócio, da falta de cuidado de determinadas famílias, dos aproveitadores, dos responsáveis pela pobreza e pela miséria, estes seres estão totalmente esquecidos pelos órgãos responsáveis pela educação. A Constituição Brasileira é rasgada pisoteada todos os dias, enquanto o ápice da pirâmide cresce, a base se multiplica. A disparidade social no Brasil é geênica demais. Até nas escolas os intrusos fazem o que querem e ninguém de sã consciência toma providências. A situação do Brasil é dolorosa e preocupante. Precisamos urgentemente de uma reforma íntima em todos os sentidos. A realidade é que o homem esqueceu que Deus existe, esqueceu daquele que veio pregar o amor e paz e foi crucificado. As religiões aderiram ao capitalismo e estão perdendo suas finalidades. A única solução seria espiritualizar o homem, mostrar-lhe que a vida é importante, e que sem amor ninguém vive, e ele dever ser compartilhado. No Brasil tudo pode, é o País do Tudo e do Nada.
Dizem que Deus criou o homem a sua imagem e semelhança não acreditamos, pois Deus é divino é partidário do amor e o ser humano está longe disto, e além do mais não quer assimilar o amor, nem respeitar seu semelhante. Como medida urgente ou como solução paliativa seria de bom alvitre a retirada das ruas de todos menores e adolescentes infratores. Dá-lhes a educação para uma vida melhor. O ser humano pode ser educado em três fases: de zero a sete anos, dos sete aos 14 e dos 14 aos vinte e um anos. O menor de idade deveria passar por um teste psicológico para se saber o seu grau de inteligência ou assimilação ou de periculosidade, mas isto não acontece nas escolas. Um ser humano a partir dos 14 anos já sabe tranquilamente o que quer da vida. Se ele mata sabe que tirou uma vida e deve responder por isso. Vejam que há milênios as meninas casavam muito novas, no desabrochar dos seus 14 ou 15 anos.
Sou a favor da maioridade aos 14 ou em última hipótese aos 16 anos, visto que a consciência já está bem formada e se o cometimento de uma falta grave não receber a punição devida à situação da violência não sofrerá solução de continuidade. O menor infrator de um jeito ou de outro deve responder por seus crimes. Em outros países, principalmente os de primeiro mundo, menores são punidos exemplarmente por suas faltas. Aqui isto não acontece porque muitas famílias de grande posse, de médio também não querem passar por dissabores de ver suas crias num reformatório pagando pelos pecados que cometidos. Deem a educação que as crianças merecem e a situação em nosso país se reverterá. O problema crucial é que as autoridades ainda não mediram como deviam as consequências que uma família passa por ter um ente querido retirado do seio familiar vitimado por atos inconcebíveis praticados por menores desocupados.
Menores infratores que na maioria das vezes agem sob o efeito de droga, principalmente o crack, deveriam ter uma assistência maior por parte dos órgãos responsáveis pela criança e adolescente. O governo de São Paulo diz que a lição vem da escola. Governo paulista indica e depois recolhe livro obsceno, colocando em dúvida critérios de seleção. A Secretaria de Educação deste estado recolheu o livro “dez na área, um na banheira e ninguém no Gol” que estava na lista de leitura complementar para os estudantes da terceira série do ensino fundamental – crianças de nove anos, em média. A decisão foi tomada porque descobriram que a publicação reforça estereótipos, usa palavrões e faz referencias à sexualidade e ao tráfico de drogas. Pode Freud? Vêm o governo com a desculpa que à distribuição foi pequena, apenas 1.216 cópias.
Já no mês de março de 2009, outra falha grave – 500 mil cópias de uma cartilha circulavam com um mapa da América Latina sem o Equador e com dois Paraguais. Quem seria o culpado por esta horrenda atitude governador José Serra? Os professores, diretores, secretários de Educação do município e do Estado que aprovaram e adotaram este tipo de revista. Cabe ao governo adotar providências e descobrir a origem desta imoralidade. A verdade ninguém quer aceitar a educação de antigamente por ser mais rigorosa não tinha o viés da violência que tem hoje. Os menores eram mais pacatos, as brincadeiras mais saudáveis. Com o aumento da tecnologia novos aparatos foram colocados a disposição da gurizada. Jogos violentos, gibis, seriados televisivos violentos, uso indevido da internet, o aumento do consumo do álcool, a expansão da pornografia são vetores negativos que contribuíram para a atual situação e ainda vem o Código de Defesa da Infância e da Adolescência para acabar com o meio que os pais dispunham a força educacional. A força educacional não está relacionada ao exagero nem a violência e sim ao respeito, e é de bom alvitre usar esta força e ter filhos educados, do que afrouxar a guarda e lamentar a deseducação dos mesmos tornando-os presas fáceis aos indutores da violência, da desgraça e da perdição humana. Pensem Nisso!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E DA ALOMERCE
Assinar:
Postagens (Atom)
Antonio Paiva Rodrigues
- O ESPIRITISMO REDIVIVO
- Fortaleza, Ceará, Brazil
- Este blog tem por finalidade divulgar o jornalismo pelo Brasil e no mundo. Bem como assuntos doutrinários e espirituais.


