Meu nome é Antonio Paiva Rodrigues, nasci em Fortaleza, estado do Ceará - Sou Militar, Jornalista, Administrador de Empresas, Bacharel em Segurança Pública, espírita, escrevo poesias, crônicas, artigos e faço comentários de livros entre outros.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
PERÍODO BIZÂNCIO
PERÍODO BIZÂNCIO
O império Romano consegue sobreviver no Oriente. Durante a decadência romana, seu imperador na época, Constantino transferiu por medidas de segurança a capital do Império Romano para a cidade de Bizâncio. Bizâncio apesar de ser uma cidade grega remodelada com a estada do grande império passou a se chamar de Constantinopla. Pelos idos de 395 depois de Cristo, o imperador Teodósio achou que deveria fazer a divisão do Império Romano entre seus filhos. Surge aí o nepotismo romano beneficiando o seu filho Honório, que ficou com a parte ocidental, enquanto Arcádio o outro filho ficou com a parte oriental do império. Da decisão de Teodósio surgiram dois impérios. O Império Romano do Ocidente, com sede em Roma e o Império Romano do Oriente, com sede em Constantinopla. As invasões bárbaras na época eram muito temidas e Roma não conseguia deter essas invasões, em consequência deste fato formaram-se vários reinos no Império do Ocidente que tinha como responsável Honório, filho do imperador Teodósio.
Já no outro império, o do Oriente Arcádio conseguia resistir às invasões bárbaras. Estas invasões duraram cerca por onze séculos, ficando conhecido como Império Bizantino. Como em toda divisão a tendência é uma união ou mesclagem, o Império Bizantino conseguiu evoluir no setor econômico e cultural. O império cresceu com cidades movimentadas e luxuosas e a doutrina cristã passou a ser discutida com intensidade e minúcias. Nos primeiros séculos, os romanos tinham os seus costumes e não houve alteração nos mesmos. Algum tempo depois, a predominância da cultura helenística se asseverou com a união da grega com a asiática. A civilização bizantina ficou marcada pela integração entre elementos dos dois impérios. Seguindo a história nos consta o esplendor do Império Bizantino se deu na era de Justiniano.
Com a divisão as primeiras dificuldades surgiram e os imperadores ficaram impossibilitados de governar, pela constância das ameaças bárbaras. No século V, no reinado de Justiniano, o Império Bizantino pelo bom planejamento do imperador, aconteceu à estruturação e consequentemente o apogeu surgiu. A cidade de Bizâncio era o elo entre a Europa e a Ásia. Suas grandes muralhas protegiam inúmeras igrejas. No período de (527-565), trinta e oito anos fora os mais importantes pelo poder que exercia Justiniano. Conseguiu através de diversas batalhas recuperar territórios perdidos pelo Império do Ocidente. Justiniano consegue também ocupar o norte da África, parte da Itália e o sul da Espanha. Reforçando a conotação inserida nessa matéria histórica temos a dizer que: “Ao longo de seu reinado, Justiniano conseguiu conter o avanço militar dos persas e búlgaros sob a região balcânica.
Logo depois, empreendeu a expulsão dos vândalos do Norte da África. Mais tarde, deu fim à dominação gótica na Península Itálica e tomou a Península Ibérica dos visigodos. Apesar de chegar a reagrupar os antigos domínios da Roma Antiga, Justiniano não conseguiu resistir às novas invasões dos povos germânicos na Europa e a dominação árabe no Norte da África”. No plano político, Justiniano buscou a formulação de leis que se inspiravam nos antigos códigos jurídicos romanos. Formando um conjunto de juristas influenciados pelo Direito Romano, Justiniano compilou um grupo de leis que formaram o chamado Corpo do Direito Civil. Apesar de empreender a ampliação dos domínios do império, Justiniano foi vítima de uma grande conturbação. Na Revolta de Nika (532), vários populares organizaram um movimento em protesto contra as pesadas cargas tributárias e o grande gasto empreendido nas campanhas militares.
A revolta de Nika com as campanhas militares empreendidas na conquista de inúmeros territórios deixaram Justiniano com o pires nas mãos. Como solução teve que cobrar elevados tributos. Da insatisfação popular pela miséria, e a opressão explodiu a revolta em 532. Essa revolta causou a morte de 35 mil pessoas. Seguindo a história vem o Cesaropapismo e Grande Cisma do Oriente. Terminada a revolta de Nika, Justiniano confirmou sua posição de monarca absoluto através do cesaropapismo, assumiu totalmente a chefia do Estado e a chefia da Igreja Católica como Papa e Cesar. Esse sistema não satisfez ao papa, que almejava deter o comando universal da Igreja católica. Nika é um termo grego que significa ‘vitória’. Em Constantinopla no ano de 532, ao final de uma corrida de cavalos, houve dúvidas para identificar o vencedor, as torcidas rivais gritavam fervorosamente “nika, nika”. (Vitória, vitória).
A palavra Cisma tem a sinonímia de quebra, fratura, divisão. Gilberto Contrim conta com riquezas de detalhes a história do Império Bizâncio. Os conflitos entre os bizâncios e os papas se eternizaram através de séculos. Em 1054, surge o Grande Cisma do Oriente que dividiu a cristandade em duas igrejas. A Igreja Ortodoxa com sede em Bizâncio, sob o comando do imperador bizantino e a Igreja católica Apostólica Romana, sob a autoridade do papa. Ressalte-se que a Igreja Católica Apostólica Romana foi fundada por Teodósio I, em 381 D.C,. através do Concílio de Constantinopla I e do decreto imperial “Cunctus Populus” que significa todos os povos. A igreja católica passou a receber pessoas de todos os matizes, sem nenhuma exigência. Arianos, pagãos com ou sem os seus deuses, os próprios povos bárbaros não regenerados, mas degenerados e outros convertidos, mas não convencidos. Tornou-se uma igreja totalmente paganizada, babilonizada e herética. Nosso escritor Jeová Mendes afirma que no Apocalipse existe uma advertência a todos que almejam a salvação. “sai dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados, e para não participardes de seus flagelos” (Apocalipse 18:4).
A decadência do Império Bizantino aconteceu após a morte de Justiniano em 565, o império sofreu vários enfraquecendo a administração central do império. O império Bizantino perdurou até o século XV quando Constantinopla foi, por fim, dominada pelos turcos otomanos, em 1543. Basílio II de 976 a 1025 interrompeu a decadência do império Bizantino. No império Turco Otomano surge o Renascimento. Na Baixa Idade Média, o Império Bizantino deu seus primeiros sinais de enfraquecimento. O movimento cruzadista e a ascensão comercial das cidades italianas foram responsáveis pela desestruturação do Império. No século XIV, a expansão turco-otomana na região dos Bálcãs e da Ásia Menor reduziu o império à cidade de Constantinopla. Finalmente, em 1453, os turcos dominaram a cidade e deram o nome de Istambul, uma das principais cidades da Turquia. É bom lembrar que a Síria também foi capital do Império Romano.
A história é rica e recheada de detalhes. Em 325, no Cocílio de Nicéia (hoje uma cidade da Turquia), 318 bispos reuniram-se para debater as mais diversificadas questões concernentes a Igreja, tais como o dogma da Trindade, o Credo dos Apóstolos e a expulsão do primeiro herege de peso Ário de Alexandria. No ano 400, no Concílio de Toledo, é dado ao bispo de Roma, pela primeira vez, o título de “Papa”. O nome é derivado do grego “Papai”, termo carinhoso para os anciãos. Flávio Pedro Sabácio Justiniano, conhecido como Justiniano I ou Justiniano o Grande. Imperador do Oriente em 14 de novembro de 565 até o dia 1 de agosto de 527 quando de sua morte. Sua esposa chamava-se Teodora (dizem que era prostituta), Os amigos de Justiniano foram Triboniano, Belizário, João da Capadócia e Narses. Reconstruiu a Igreja de Santa Sofia Em seu governo, foi redigido o Código Justiniano, um sistema de leis básico que afirmava o poder ilimitado do imperador e, ao mesmo tempo, garantia a submissão dos escravos e colonos a seus senhores.
Em seu governo, o regime político do império pode ser caracterizado como autocrático e burocrático. Autocrático, porque o imperador controlava todo o sistema político e religioso. Burocrático, porque uma vasta camada de funcionários públicos, dependentes e obedientes ao imperador, vigiava e controlava todos os aspectos da vida dos habitantes do império. Esse poder não chegava a ser totalitário, porque o império era vasto e composto por povos de naturalidades e línguas diferentes, que conseguiam escapar do controle das autoridades imperiais e manter certas tradições culturais particulares. Justiniano também se destacou como construtor: fortificações em torno de todas as fronteiras, estradas, pontes, templos e edifícios públicos foram algumas de suas obras. Internamente, os maiores problemas enfrentados pelo império foram os senhores locais e as heresias. Estas quebravam a unidade da Igreja de Constantinopla e, em geral, surgiam em províncias do império, adquirindo, assim, um caráter de luta autonomista diante do poder central. Wikipédia. A história conta tudo resta-nos conhecê-la como a palma de nossa mão. Pense nisso.
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE DA AOUVIRCE E UNIÃO BRASILEIRA DE TROVADORES (UBT)
O império Romano consegue sobreviver no Oriente. Durante a decadência romana, seu imperador na época, Constantino transferiu por medidas de segurança a capital do Império Romano para a cidade de Bizâncio. Bizâncio apesar de ser uma cidade grega remodelada com a estada do grande império passou a se chamar de Constantinopla. Pelos idos de 395 depois de Cristo, o imperador Teodósio achou que deveria fazer a divisão do Império Romano entre seus filhos. Surge aí o nepotismo romano beneficiando o seu filho Honório, que ficou com a parte ocidental, enquanto Arcádio o outro filho ficou com a parte oriental do império. Da decisão de Teodósio surgiram dois impérios. O Império Romano do Ocidente, com sede em Roma e o Império Romano do Oriente, com sede em Constantinopla. As invasões bárbaras na época eram muito temidas e Roma não conseguia deter essas invasões, em consequência deste fato formaram-se vários reinos no Império do Ocidente que tinha como responsável Honório, filho do imperador Teodósio.
Já no outro império, o do Oriente Arcádio conseguia resistir às invasões bárbaras. Estas invasões duraram cerca por onze séculos, ficando conhecido como Império Bizantino. Como em toda divisão a tendência é uma união ou mesclagem, o Império Bizantino conseguiu evoluir no setor econômico e cultural. O império cresceu com cidades movimentadas e luxuosas e a doutrina cristã passou a ser discutida com intensidade e minúcias. Nos primeiros séculos, os romanos tinham os seus costumes e não houve alteração nos mesmos. Algum tempo depois, a predominância da cultura helenística se asseverou com a união da grega com a asiática. A civilização bizantina ficou marcada pela integração entre elementos dos dois impérios. Seguindo a história nos consta o esplendor do Império Bizantino se deu na era de Justiniano.
Com a divisão as primeiras dificuldades surgiram e os imperadores ficaram impossibilitados de governar, pela constância das ameaças bárbaras. No século V, no reinado de Justiniano, o Império Bizantino pelo bom planejamento do imperador, aconteceu à estruturação e consequentemente o apogeu surgiu. A cidade de Bizâncio era o elo entre a Europa e a Ásia. Suas grandes muralhas protegiam inúmeras igrejas. No período de (527-565), trinta e oito anos fora os mais importantes pelo poder que exercia Justiniano. Conseguiu através de diversas batalhas recuperar territórios perdidos pelo Império do Ocidente. Justiniano consegue também ocupar o norte da África, parte da Itália e o sul da Espanha. Reforçando a conotação inserida nessa matéria histórica temos a dizer que: “Ao longo de seu reinado, Justiniano conseguiu conter o avanço militar dos persas e búlgaros sob a região balcânica.
Logo depois, empreendeu a expulsão dos vândalos do Norte da África. Mais tarde, deu fim à dominação gótica na Península Itálica e tomou a Península Ibérica dos visigodos. Apesar de chegar a reagrupar os antigos domínios da Roma Antiga, Justiniano não conseguiu resistir às novas invasões dos povos germânicos na Europa e a dominação árabe no Norte da África”. No plano político, Justiniano buscou a formulação de leis que se inspiravam nos antigos códigos jurídicos romanos. Formando um conjunto de juristas influenciados pelo Direito Romano, Justiniano compilou um grupo de leis que formaram o chamado Corpo do Direito Civil. Apesar de empreender a ampliação dos domínios do império, Justiniano foi vítima de uma grande conturbação. Na Revolta de Nika (532), vários populares organizaram um movimento em protesto contra as pesadas cargas tributárias e o grande gasto empreendido nas campanhas militares.
A revolta de Nika com as campanhas militares empreendidas na conquista de inúmeros territórios deixaram Justiniano com o pires nas mãos. Como solução teve que cobrar elevados tributos. Da insatisfação popular pela miséria, e a opressão explodiu a revolta em 532. Essa revolta causou a morte de 35 mil pessoas. Seguindo a história vem o Cesaropapismo e Grande Cisma do Oriente. Terminada a revolta de Nika, Justiniano confirmou sua posição de monarca absoluto através do cesaropapismo, assumiu totalmente a chefia do Estado e a chefia da Igreja Católica como Papa e Cesar. Esse sistema não satisfez ao papa, que almejava deter o comando universal da Igreja católica. Nika é um termo grego que significa ‘vitória’. Em Constantinopla no ano de 532, ao final de uma corrida de cavalos, houve dúvidas para identificar o vencedor, as torcidas rivais gritavam fervorosamente “nika, nika”. (Vitória, vitória).
A palavra Cisma tem a sinonímia de quebra, fratura, divisão. Gilberto Contrim conta com riquezas de detalhes a história do Império Bizâncio. Os conflitos entre os bizâncios e os papas se eternizaram através de séculos. Em 1054, surge o Grande Cisma do Oriente que dividiu a cristandade em duas igrejas. A Igreja Ortodoxa com sede em Bizâncio, sob o comando do imperador bizantino e a Igreja católica Apostólica Romana, sob a autoridade do papa. Ressalte-se que a Igreja Católica Apostólica Romana foi fundada por Teodósio I, em 381 D.C,. através do Concílio de Constantinopla I e do decreto imperial “Cunctus Populus” que significa todos os povos. A igreja católica passou a receber pessoas de todos os matizes, sem nenhuma exigência. Arianos, pagãos com ou sem os seus deuses, os próprios povos bárbaros não regenerados, mas degenerados e outros convertidos, mas não convencidos. Tornou-se uma igreja totalmente paganizada, babilonizada e herética. Nosso escritor Jeová Mendes afirma que no Apocalipse existe uma advertência a todos que almejam a salvação. “sai dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados, e para não participardes de seus flagelos” (Apocalipse 18:4).
A decadência do Império Bizantino aconteceu após a morte de Justiniano em 565, o império sofreu vários enfraquecendo a administração central do império. O império Bizantino perdurou até o século XV quando Constantinopla foi, por fim, dominada pelos turcos otomanos, em 1543. Basílio II de 976 a 1025 interrompeu a decadência do império Bizantino. No império Turco Otomano surge o Renascimento. Na Baixa Idade Média, o Império Bizantino deu seus primeiros sinais de enfraquecimento. O movimento cruzadista e a ascensão comercial das cidades italianas foram responsáveis pela desestruturação do Império. No século XIV, a expansão turco-otomana na região dos Bálcãs e da Ásia Menor reduziu o império à cidade de Constantinopla. Finalmente, em 1453, os turcos dominaram a cidade e deram o nome de Istambul, uma das principais cidades da Turquia. É bom lembrar que a Síria também foi capital do Império Romano.
A história é rica e recheada de detalhes. Em 325, no Cocílio de Nicéia (hoje uma cidade da Turquia), 318 bispos reuniram-se para debater as mais diversificadas questões concernentes a Igreja, tais como o dogma da Trindade, o Credo dos Apóstolos e a expulsão do primeiro herege de peso Ário de Alexandria. No ano 400, no Concílio de Toledo, é dado ao bispo de Roma, pela primeira vez, o título de “Papa”. O nome é derivado do grego “Papai”, termo carinhoso para os anciãos. Flávio Pedro Sabácio Justiniano, conhecido como Justiniano I ou Justiniano o Grande. Imperador do Oriente em 14 de novembro de 565 até o dia 1 de agosto de 527 quando de sua morte. Sua esposa chamava-se Teodora (dizem que era prostituta), Os amigos de Justiniano foram Triboniano, Belizário, João da Capadócia e Narses. Reconstruiu a Igreja de Santa Sofia Em seu governo, foi redigido o Código Justiniano, um sistema de leis básico que afirmava o poder ilimitado do imperador e, ao mesmo tempo, garantia a submissão dos escravos e colonos a seus senhores.
Em seu governo, o regime político do império pode ser caracterizado como autocrático e burocrático. Autocrático, porque o imperador controlava todo o sistema político e religioso. Burocrático, porque uma vasta camada de funcionários públicos, dependentes e obedientes ao imperador, vigiava e controlava todos os aspectos da vida dos habitantes do império. Esse poder não chegava a ser totalitário, porque o império era vasto e composto por povos de naturalidades e línguas diferentes, que conseguiam escapar do controle das autoridades imperiais e manter certas tradições culturais particulares. Justiniano também se destacou como construtor: fortificações em torno de todas as fronteiras, estradas, pontes, templos e edifícios públicos foram algumas de suas obras. Internamente, os maiores problemas enfrentados pelo império foram os senhores locais e as heresias. Estas quebravam a unidade da Igreja de Constantinopla e, em geral, surgiam em províncias do império, adquirindo, assim, um caráter de luta autonomista diante do poder central. Wikipédia. A história conta tudo resta-nos conhecê-la como a palma de nossa mão. Pense nisso.
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE DA AOUVIRCE E UNIÃO BRASILEIRA DE TROVADORES (UBT)
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
CARNAVAL
CARNAVAL
Dizem ser o carnaval uma festa popular, mas para que tenhamos uma ideia dessa festa é de suma importância que voltemos no tempo e no espaço há uns 10.000 antes de Cristo. Dez mil amos correspondem ao final da última glaciação da Terra. Só para ser ter uma concepção do tempo 4.000 A.C., foi o mais antigo calendário do mundo. Em 3.761 A.C., corresponde à criação do calendário Judeu, os egípcios fazem a descoberta da agricultura e começa a iniciação das festas. Em 2.000 A.C., surgem os deuses campestres Dionísio na Trácia e em 605 a 657 são oficializadas as festas em homenagem a Dionísio, durante o reinado de Pisistrato, em Atenas. Já em 443 a 429 começa o reinado de Péricles, a cidade de Atenas se projeta como um grande centro de arte e tem início a repressão ao culto a Dionísio na Grécia, e referências de cultos semelhantes ao de Dionísio no Egito.
Antes de todas as nuanças aqui inseridas para se ter uma ideia mais forte e plausível da origem do carnaval deve-se salientar que a festa de deusa Isis e do touro Apis entre os hebreus, bem como a festa das Sáceas entre babilônicos, a festa da deusa Herta em 370., Atenas perde a famosa hegemonia nas artes em 186 a.C., surgiram os bacanais em Roma que transformaram em festivais de desordens e escândalos, fatos que levam o senado romano a reprimi-los. O tempo vai passando e pelos idos de 45 A.C., vem à criação do calendário Juliano pelo astrônomo Sosígenes a pedido do imperador Júlio César. No ano oito vem à reforma deste calendário a pedido do imperador Augustus que mandou acrescentar o dia 31 de agosto. Já depois de Cristo, em 325 nos famosos Concílios e no de Nicéia inicia-se as discussões sobre as festas populares.
Em 478, a grande reforma, em 590, Gregório o grande, regulamentou as datas de carnaval criando a expressão “Dominica came lavaridas” que foi com o passar dos anos abreviada até chegar à sinonímia de carnaval. Como podemos ver a história do surgimento do carnaval é antiquíssima e já parte dos anais da história. Porém a Igreja católica considerou o carnaval uma festa profana. O primeiro centro de excelência do carnaval se localiza no Egito. É o modelo mais simples de carnaval e consta de danças e cânticos em torno de fogueiras, incorporando-se máscaras adereços, na medida em que as sociedades evoluem para a divisão de classes, orgias, libertinagens, culto ao corpo, ao belo e entram na conjunção do fogo, da água, terra e ar como forças vitais, sobre as quais repousam o universo. Mesmo assim as origens são obscuras e longínquas e sua memória vem do inconsciente coletivo dos povos. Para muito carnaval deriva da palavra “carrumnavalis”, os carros navais que faziam a abertura das Dionísias Gregas, nos séculos VII e VI A.C., para outros a sinonímia de carnaval surgiu quando Gregório I, “O Grande” em 590 D.C., transferiu o início da quaresma para quarta-feira, antes do sexto domingo da páscoa.
Vejam como a história do carnaval é rica em detalhes. Ela teria surgido em Milão, em 1130, outros falam na França, em 1268. No Brasil o carnaval surgiu na festa feita pelo povo para recebimento da família real. Os nossos patrícios portugueses afirmam que o costume de se brincar no período carnavalesco foi introduzido no Brasil por eles, provavelmente no século XVI, com o nome de Entrudo. Já na Idade Média, costumava-se comemorar o período carnavalesco em Portugal com toda uma série de brincadeiras que variavam de aldeia para aldeia. Em algumas se notava a presença de grandes bonecos, chamados genericamente de "entrudos”. No Brasil, essa forma de brincar — que consistia num folguedo alegre, mas violento — já pode ser notado em meados do século XVI, persistindo, com esse nome, até as primeiras décadas do século XX. A denominação genérica de Entrudo, entretanto, engloba toda uma variedade de brincadeiras dispersas no tempo e no espaço.
Aquilo que a maioria das obras descreve como Entrudo, é apenas a forma que essas brincadeiras adquiriram a partir de finais do século XVIII na cidade do Rio de Janeiro. Mesmo aí, a brincadeira não se resumia a uma única forma. Havia, na verdade vários tipos de diversões que se modificavam de acordo com o local e com os grupos sociais envolvidos. Atualmente, como explica o pesquisador Felipe Ferreira, em “O livro de Ouro do Carnaval Brasileiro”, entende-se que existiam, no Rio de Janeiro do início do século XIX, duas categorias de Entrudos. O Familiar e o Popular. Acontecia dentro das casas senhoriais dos principais centros urbanos. Era caracterizado pelo caráter delicado e convivial e pela presença dos limões de cheiro que os Jovens lançavam entre si com o intuito de estabelecer laços sociais mais intensos entre as famílias.
Era a brincadeira violenta e grosseira que ocorria nas ruas das cidades. Seus principais atores eram os escravos e a população das ruas, e sua principal característica era o lançamento mútuo de todo tipo de líquidos (até sêmem ou urina) ou pós que estivessem disponíveis. Entre esses dois extremos havia toda uma variedade de "Entrudos" que envolviam em maior ou menor grau grande parte da população dos principais centros urbanos do país. Essa brincadeira hoje se reveste no famoso “mela-mela”, muito comum nas praias do Nordeste. A partir dos anos 1830, uma série de proibições se sucede na tentativa, sempre infrutífera, de acabar com a festa grosseira.
Combatido como jogo selvagem, o entrudo continuou a existir com esse nome até as primeiras décadas do século XX e existe até hoje no espírito das brincadeiras carnavalescas mais agressivas, como a "pipoca" do carnaval baiano ou o "mela-mela" da folia de Olinda e nas praias do Ceará. Pode ser reminiscências das festas pagãs Greco-romanas, o carnaval no Brasil através do Entrudo como citamos antes, a brincadeira de rua perigosa, além de suja, violenta do século XVIII. As marchinhas em 1641, no Rio de Janeiro foram evoluindo até a consolidação do samba e das marchinhas a partir de 1930. Os bailes de máscaras de 1835 e os desfiles de carros alegóricos em 1855, as camadas populares e a classe média de então dançavam e cantavam nas ruas ai ritmo de percussão e nos bailes ao som de bandas de música que tocavam polcas, xotes maxixe e até valsas. A partir de 1899, Chiquinha Gonzaga com o “Abre Alas” fez com que o carnaval atingisse o apogeu entre 1930 a 1960.
O carnaval assume em cada região do Brasil características próprias. O frevo é uma marcha de ritmo frenético caracterizado em Pernambuco. No Ceará e em Pernambuco o maracatu empolga pela beleza e luxo das fantasias, e o ritmo menos acelerado. Em Salvador é comum o trote. Grupos de foliões brincam cobertos com mortalhas e máscaras. Porém a atração maior é o trio elétrico. No Rio de Janeiro e São Paulo, o luxo das escolas de samba faz a festa. Bakhtin, afirma o seguinte: “O carnaval mais do que nunca é uma simples festa, uma visão do mundo onde todas as normas são questionadas, daí tudo o que é marginalizado socialmente busca libertações catárticas vencendo simbolicamente a hierarquia, a ordem, a opressão e o sagrado. Em suma, caindo-se as barreiras, geram-se uma comunicação livre e polifônica, entre pessoas e grupos todos pela alegria, pelo riso e pela ênfase à grotesca”. Cuidado, pois os exageros ferem, maltratam, doem e deixam muitas famílias a se maldizer dos tristes acontecimentos carnavalescos. Pensem nisso!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE
Dizem ser o carnaval uma festa popular, mas para que tenhamos uma ideia dessa festa é de suma importância que voltemos no tempo e no espaço há uns 10.000 antes de Cristo. Dez mil amos correspondem ao final da última glaciação da Terra. Só para ser ter uma concepção do tempo 4.000 A.C., foi o mais antigo calendário do mundo. Em 3.761 A.C., corresponde à criação do calendário Judeu, os egípcios fazem a descoberta da agricultura e começa a iniciação das festas. Em 2.000 A.C., surgem os deuses campestres Dionísio na Trácia e em 605 a 657 são oficializadas as festas em homenagem a Dionísio, durante o reinado de Pisistrato, em Atenas. Já em 443 a 429 começa o reinado de Péricles, a cidade de Atenas se projeta como um grande centro de arte e tem início a repressão ao culto a Dionísio na Grécia, e referências de cultos semelhantes ao de Dionísio no Egito.
Antes de todas as nuanças aqui inseridas para se ter uma ideia mais forte e plausível da origem do carnaval deve-se salientar que a festa de deusa Isis e do touro Apis entre os hebreus, bem como a festa das Sáceas entre babilônicos, a festa da deusa Herta em 370., Atenas perde a famosa hegemonia nas artes em 186 a.C., surgiram os bacanais em Roma que transformaram em festivais de desordens e escândalos, fatos que levam o senado romano a reprimi-los. O tempo vai passando e pelos idos de 45 A.C., vem à criação do calendário Juliano pelo astrônomo Sosígenes a pedido do imperador Júlio César. No ano oito vem à reforma deste calendário a pedido do imperador Augustus que mandou acrescentar o dia 31 de agosto. Já depois de Cristo, em 325 nos famosos Concílios e no de Nicéia inicia-se as discussões sobre as festas populares.
Em 478, a grande reforma, em 590, Gregório o grande, regulamentou as datas de carnaval criando a expressão “Dominica came lavaridas” que foi com o passar dos anos abreviada até chegar à sinonímia de carnaval. Como podemos ver a história do surgimento do carnaval é antiquíssima e já parte dos anais da história. Porém a Igreja católica considerou o carnaval uma festa profana. O primeiro centro de excelência do carnaval se localiza no Egito. É o modelo mais simples de carnaval e consta de danças e cânticos em torno de fogueiras, incorporando-se máscaras adereços, na medida em que as sociedades evoluem para a divisão de classes, orgias, libertinagens, culto ao corpo, ao belo e entram na conjunção do fogo, da água, terra e ar como forças vitais, sobre as quais repousam o universo. Mesmo assim as origens são obscuras e longínquas e sua memória vem do inconsciente coletivo dos povos. Para muito carnaval deriva da palavra “carrumnavalis”, os carros navais que faziam a abertura das Dionísias Gregas, nos séculos VII e VI A.C., para outros a sinonímia de carnaval surgiu quando Gregório I, “O Grande” em 590 D.C., transferiu o início da quaresma para quarta-feira, antes do sexto domingo da páscoa.
Vejam como a história do carnaval é rica em detalhes. Ela teria surgido em Milão, em 1130, outros falam na França, em 1268. No Brasil o carnaval surgiu na festa feita pelo povo para recebimento da família real. Os nossos patrícios portugueses afirmam que o costume de se brincar no período carnavalesco foi introduzido no Brasil por eles, provavelmente no século XVI, com o nome de Entrudo. Já na Idade Média, costumava-se comemorar o período carnavalesco em Portugal com toda uma série de brincadeiras que variavam de aldeia para aldeia. Em algumas se notava a presença de grandes bonecos, chamados genericamente de "entrudos”. No Brasil, essa forma de brincar — que consistia num folguedo alegre, mas violento — já pode ser notado em meados do século XVI, persistindo, com esse nome, até as primeiras décadas do século XX. A denominação genérica de Entrudo, entretanto, engloba toda uma variedade de brincadeiras dispersas no tempo e no espaço.
Aquilo que a maioria das obras descreve como Entrudo, é apenas a forma que essas brincadeiras adquiriram a partir de finais do século XVIII na cidade do Rio de Janeiro. Mesmo aí, a brincadeira não se resumia a uma única forma. Havia, na verdade vários tipos de diversões que se modificavam de acordo com o local e com os grupos sociais envolvidos. Atualmente, como explica o pesquisador Felipe Ferreira, em “O livro de Ouro do Carnaval Brasileiro”, entende-se que existiam, no Rio de Janeiro do início do século XIX, duas categorias de Entrudos. O Familiar e o Popular. Acontecia dentro das casas senhoriais dos principais centros urbanos. Era caracterizado pelo caráter delicado e convivial e pela presença dos limões de cheiro que os Jovens lançavam entre si com o intuito de estabelecer laços sociais mais intensos entre as famílias.
Era a brincadeira violenta e grosseira que ocorria nas ruas das cidades. Seus principais atores eram os escravos e a população das ruas, e sua principal característica era o lançamento mútuo de todo tipo de líquidos (até sêmem ou urina) ou pós que estivessem disponíveis. Entre esses dois extremos havia toda uma variedade de "Entrudos" que envolviam em maior ou menor grau grande parte da população dos principais centros urbanos do país. Essa brincadeira hoje se reveste no famoso “mela-mela”, muito comum nas praias do Nordeste. A partir dos anos 1830, uma série de proibições se sucede na tentativa, sempre infrutífera, de acabar com a festa grosseira.
Combatido como jogo selvagem, o entrudo continuou a existir com esse nome até as primeiras décadas do século XX e existe até hoje no espírito das brincadeiras carnavalescas mais agressivas, como a "pipoca" do carnaval baiano ou o "mela-mela" da folia de Olinda e nas praias do Ceará. Pode ser reminiscências das festas pagãs Greco-romanas, o carnaval no Brasil através do Entrudo como citamos antes, a brincadeira de rua perigosa, além de suja, violenta do século XVIII. As marchinhas em 1641, no Rio de Janeiro foram evoluindo até a consolidação do samba e das marchinhas a partir de 1930. Os bailes de máscaras de 1835 e os desfiles de carros alegóricos em 1855, as camadas populares e a classe média de então dançavam e cantavam nas ruas ai ritmo de percussão e nos bailes ao som de bandas de música que tocavam polcas, xotes maxixe e até valsas. A partir de 1899, Chiquinha Gonzaga com o “Abre Alas” fez com que o carnaval atingisse o apogeu entre 1930 a 1960.
O carnaval assume em cada região do Brasil características próprias. O frevo é uma marcha de ritmo frenético caracterizado em Pernambuco. No Ceará e em Pernambuco o maracatu empolga pela beleza e luxo das fantasias, e o ritmo menos acelerado. Em Salvador é comum o trote. Grupos de foliões brincam cobertos com mortalhas e máscaras. Porém a atração maior é o trio elétrico. No Rio de Janeiro e São Paulo, o luxo das escolas de samba faz a festa. Bakhtin, afirma o seguinte: “O carnaval mais do que nunca é uma simples festa, uma visão do mundo onde todas as normas são questionadas, daí tudo o que é marginalizado socialmente busca libertações catárticas vencendo simbolicamente a hierarquia, a ordem, a opressão e o sagrado. Em suma, caindo-se as barreiras, geram-se uma comunicação livre e polifônica, entre pessoas e grupos todos pela alegria, pelo riso e pela ênfase à grotesca”. Cuidado, pois os exageros ferem, maltratam, doem e deixam muitas famílias a se maldizer dos tristes acontecimentos carnavalescos. Pensem nisso!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
PAI NOSSO!
PAI NOSSO!
PAI NOSSO QUE ESTÁS AQUI
ABRANDA MEU CORAÇÃO
PARA QUE EU POSSA AJUDAR MEU IRMÃO
COM ESPERANÇA E AMOR NO CORAÇÃO.
DAI-NOS A FORÇA DIVINA NECESSÁRIA
PARA ULTRAPASSAR AS PEDRAS DE TROPEÇOS
DA VIDA.
QUE A CARIDADE E A FRATERNIDADE SEJAM
BENDITAS PARA MIM.
QUE EU SEMPRE MANTENHA O BEM NO MEU
ESPÍRITO.
QUE O MAL NÃO FAÇA PARTE DA MINHA VIDA.
QUE O ÓDIO, O ORGULHO, O EGOÍSMO NÃO
PENETREM NO MEU CORAÇÃO.
QUE MINHAS PROVAS E EXPIAÇÕES SEJAM LEVES.
OH! PAI ESCUTA AS NOSSAS PALAVRAS PERPÉTUAS
AMAINA NOSSOS SOFRIMENTOS DIÁRIOS
QUANDO POR DESCUIDO ME AFASTO DE TI.
OH! PAI QUERIDO QUE AS TREVAS SEJAM ILUMINADAS.
QUE A NATUREZA NÃO SE VOLTE PARA O HOMEM
COM TANTA DUREZA.
QUE O HOMEM SEJA A FORTALEZA PARA PURIFICAR O AR
QUE RESPIRAMOS.
QUE O ORBE EM QUE VIVEMOS SEJA ISENTOS DA MALDADE HUMANA.
QUE NOS MOMENTOS DE INDECISÕES E PERVAGAÇÕES
EU SEJA ORIENTADO PELA SUA LUZ DIVINA.
E QUE EU POSSA RECEBER O TEU PERDÃO, O SEU AMOR, A SUA GRATIDÃO DE UM FILHO AMADO.
QUE MINHA MISSÃO TERRENA SEJA CHEIA DE PLENITUDE
ATÉ OS ÚLTIMOS DIAS DE MINHA VIDA.
AMÉM!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-FORTALEZA-CEARÁ
PAI NOSSO QUE ESTÁS AQUI
ABRANDA MEU CORAÇÃO
PARA QUE EU POSSA AJUDAR MEU IRMÃO
COM ESPERANÇA E AMOR NO CORAÇÃO.
DAI-NOS A FORÇA DIVINA NECESSÁRIA
PARA ULTRAPASSAR AS PEDRAS DE TROPEÇOS
DA VIDA.
QUE A CARIDADE E A FRATERNIDADE SEJAM
BENDITAS PARA MIM.
QUE EU SEMPRE MANTENHA O BEM NO MEU
ESPÍRITO.
QUE O MAL NÃO FAÇA PARTE DA MINHA VIDA.
QUE O ÓDIO, O ORGULHO, O EGOÍSMO NÃO
PENETREM NO MEU CORAÇÃO.
QUE MINHAS PROVAS E EXPIAÇÕES SEJAM LEVES.
OH! PAI ESCUTA AS NOSSAS PALAVRAS PERPÉTUAS
AMAINA NOSSOS SOFRIMENTOS DIÁRIOS
QUANDO POR DESCUIDO ME AFASTO DE TI.
OH! PAI QUERIDO QUE AS TREVAS SEJAM ILUMINADAS.
QUE A NATUREZA NÃO SE VOLTE PARA O HOMEM
COM TANTA DUREZA.
QUE O HOMEM SEJA A FORTALEZA PARA PURIFICAR O AR
QUE RESPIRAMOS.
QUE O ORBE EM QUE VIVEMOS SEJA ISENTOS DA MALDADE HUMANA.
QUE NOS MOMENTOS DE INDECISÕES E PERVAGAÇÕES
EU SEJA ORIENTADO PELA SUA LUZ DIVINA.
E QUE EU POSSA RECEBER O TEU PERDÃO, O SEU AMOR, A SUA GRATIDÃO DE UM FILHO AMADO.
QUE MINHA MISSÃO TERRENA SEJA CHEIA DE PLENITUDE
ATÉ OS ÚLTIMOS DIAS DE MINHA VIDA.
AMÉM!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-FORTALEZA-CEARÁ
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
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Antonio Paiva Rodrigues
- O ESPIRITISMO REDIVIVO
- Fortaleza, Ceará, Brazil
- Este blog tem por finalidade divulgar o jornalismo pelo Brasil e no mundo. Bem como assuntos doutrinários e espirituais.

